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Operação em SP investiga clínicas por fraude em tratamento de autismo infantil

Operação da Polícia Civil aponta fraude em atendimentos de TEA, com laudos falsos e ações contra planos; 12 mandados em Barueri, Mogi das Cruzes e Jacareí

Policiais cumpriram 12 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira, 30, em três cidades paulistas, na operação contra um esquema de fraudes no tratamento de crianças com autismo
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  • A Polícia Civil realizou uma operação nesta quinta-feira, 30, contra clínicas que atendem crianças com TEA, cumprindo 12 mandados de busca e apreensão.
  • Os alvos ficam em Barueri, Mogi das Cruzes e Jacareí, na Grande São Paulo e no interior.
  • A investigação aponta que o grupo simulava atendimentos, emitia laudos médicos falsos e entrava com ações judiciais para obrigar planos de saúde a custear procedimentos inexistentes ou com valores inflados.
  • O esquema gerou prejuízos financeiros às famílias e envolvia diagnósticos indevidos e intervenções terapêuticas inadequadas.
  • A operação, com cerca de 40 agentes, é conduzida pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigação Gerais da Polícia Civil, investigando estelionato e fé pública.

Um esquema criminoso envolvendo clínicas que atendem crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira, 30, em São Paulo. A ação ocorreu em Barueri, Mogi das Cruzes e Jacareí, com o cumprimento de 12 mandados de busca e apreensão.

Segundo a investigação, o grupo simulava atendimentos, emitia laudos médicos falsos e promovia ações judiciais para obrigar planos de saúde a custear procedimentos inexistentes ou com valores inflados. A prática causava prejuízos financeiros significativos às famílias envolvidas.

A polícia informou que as irregularidades atingiam diretamente as crianças, com diagnósticos indevidos e intervenções terapêuticas inadequadas, violando princípios de proteção e boa-fé. A operação contou com cerca de 40 agentes em viaturas e carros descaracterizados.

Os crimes apurados são estelionato e falsidade ideológica. A investigação é conduzida pela 2ª Delegacia da Divisão de Investigação Gerais (DIG), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

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