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Advogada é presa em flagrante por abandonar cachorro idoso na rua

Advogada é presa em Campinas por abandonar cão idoso na rua; cão reconhece a tutora e caso segue para audiência de custódia

Advogada é presa em flagrante após abandonar cachorro idoso em rua - Migalhas
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  • Advogada foi presa em Campinas, SP, após abandonar um cachorro idoso em uma rua do bairro Chácara da Barra nesta quinta-feira, 30.
  • Policiais civis do Grupo de Operações Especiais flagraram o momento em que o animal foi deixado sem guia ou acompanhamento ao lado de um veículo.
  • O cão, de aproximadamente 10 anos, foi visto circulando sozinho até que a advogada foi abordada cerca de três quarteirões do local; o animal correu ao encontro da tutora ao ser trazido de volta.
  • A advogada admitiu que o cão era dela há anos; o cachorro foi levado para avaliação veterinária e deve ficar sob cuidado de uma ONG após os cuidados iniciais.
  • Não houve fiança, pois a pena máxima para o crime de maus-tratos é superior a quatro anos; a acusada foi encaminhada à Cadeia Pública Feminina da região para audiência de custódia.

Uma advogada foi presa em flagrante após abandonar um cachorro idoso em uma rua no bairro Chácara da Barra, em Campinas (SP). O caso ocorreu nesta quinta-feira, 30, e foi registrado pela Polícia Civil conforme o portal G1.

Policiais civis do Grupo de Operações Especiais flagaram o momento em que o animal, de pequeno porte, ficou sem guia ao lado de um veículo. Após o carro se afastar, o cachorro circulou sozinho pela via.

Os agentes seguiram o automóvel e abordaram a advogada cerca de três quarteirões do local. Parte da ação foi gravada em vídeo, conforme a divulgação inicial.

O cachorro, chamado Calvin, correu ao encontro da tutora quando ela foi conduzida de volta ao ponto da entrega. A Polícia Civil confirmou o vínculo entre o animal e a mulher, que reconheceu a posse do cão há anos.

Após os cuidados veterinários, o animal foi encaminhado para avaliação e deverá ser entregue a uma ONG de proteção animal. O órgão informou não ter sido fixada fiança, devido à pena máxima prevista para maus-tratos, que pode exceder quatro anos.

A advogada foi encaminhada à Cadeia Pública Feminina da região, permanecendo à disposição da Justiça para a audiência de custódia. A investigação segue para apurar as circunstâncias do abandono.

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