- A Venn Studios mostrou Rogue Reigns na gamescom latam 2026 para ouvir o público, com playtests e coleta de feedback para aperfeiçoar o jogo e fomentar a cocriação.
- Tiago Lafer, Hugo Neri e Rafaella Bianck destacaram que o feedback ajuda a entender expectativas e a orientar ajustes no projeto, especialmente para manter o estúdio indie no Brasil.
- A equipe priorizou uma demo com tempo controlado e uma fase que represente bem a jogabilidade para causar boa primeira impressão e engajar os jogadores.
- O cenário indie brasileiro é visto como crescente, mas ainda há desafios de capital; o lançamento do Rogue Reigns está previsto para o fim de setembro em todas as plataformas.
- O caminho do estúdio incluiu a Tokyo Game Show, onde houve retorno significativo; Rogue Reigns ganhou foco a partir de feedback e de uma engine própria desenvolvida anteriormente.
O estúdio brasileiro Venn Studios usa a participação do público para aperfeiçoar Rogue Reigns, projeto que ganhou visibilidade na gamescom latam 2026. A equipe avaliou o feedback direto de jogadores para entender o que funciona e o que precisa de ajuste, em um processo de cocriação com a comunidade.
Tiago Lafer, Hugo Neri e Rafaella Bianck comentaram como o público influencia decisões e o desafio de manter um estúdio indie no Brasil. A equipe também falou sobre a origem do jogo e como o projeto evoluiu até o estágio atual.
Durante a cobertura da feira, os desenvolvedores destacaram a importância de playtests e de observar a reação do jogador. O objetivo é identificar onde o jogo trava ou diverge das expectativas, para orientar o desenvolvimento.
O feedback colhido em eventos é visto como valioso para ajustar a criação do Rogue Reigns. Conforme Rafael a equipe busca entender a expectativa do público e alinhar o projeto a esse público, mantendo o foco na experiência de jogo.
Roteiro de demos foi pensado para causar boa primeira impressão. A demo é limitada no tempo, mas suficiente para engajar o jogador e transmitir a essência da jogabilidade, com uma fase representativa das mecânicas principais.
O mercado indie brasileiro é reconhecido como em crescimento, mas enfrenta limitações de financiamento. Tiago aponta a dependência de incentivos e editais, destacando a necessidade de investimento estruturado para a sobrevivência de estúdios.
Após a gamescom latam, o caminho inclui feiras internacionais como gamescom na Alemanha, PAX e Tokyo Game Show. O lançamento de Rogue Reigns está previsto para o fim de setembro em todas as plataformas, com eventos digitais intermediários.
Hugo Neri comenta que estruturar um estúdio indie no Brasil envolve desafios de financiamento, equipe e visibilidade. A equipe é talentosa e engajada, mas a dificuldade maior está em entregar um produto realmente competitivo globalmente.
A trajetória do estúdio ganhou impulso ao participar da Tokyo Game Show. O retorno foi positivo, com contatos de grandes empresas como Bandai e SEGA, o que reforçou a estratégia de investir em propriedade intelectual própria.
No início, o projeto nasceu como uma simulação econômica em tempo real para navegador. A partir dessa base, a equipe desenvolveu uma engine própria e acabou migrando o foco para Rogue Reigns, que passou a ser o principal projeto meses antes da Tokyo Game Show.
Durante a Tokyo Game Show, ações como levar cartas físicas do jogo chamaram a atenção de público e empresas. O feedback auferido acabou guiando ajustes no design, com uso da experiência física para aperfeiçoar o digital.
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