- Profissionais do Samu de Belo Horizonte fizeram vigília na madrugada do Dia do Trabalhador, quando 34 contratos foram encerrados.
- Segundo o Sind-Saúde/MG, os desligamentos atingiram a Central de Regulação do Samu e a equipe de suporte técnico, impactando a qualidade do atendimento.
- A prefeitura de Belo Horizonte disse que a medida visa a sustentabilidade do serviço e que está buscando alternativas para manter o atendimento.
- A redução de equipes nas ambulâncias e na central de regulação preocupa trabalhadores e população, com relatos de dificuldades no atendimento emergencial.
- A Secretaria Municipal de Saúde informou estar avaliando alternativas e buscando parcerias e recursos, enquanto o sindicato continua a exigir readmissão ou renovação dos contratos.
Profissionais do Samu de Belo Horizonte realizaram uma vigília na madrugada do Dia do Trabalhador, quando 34 contratos foram encerrados. A ação ocorreu na porta do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital mineira.
Segundo o Sind-Saúde/MG, os desligados atuavam na Central de Regulação do Samu e na equipe de suporte técnico. A entidade afirma que a medida afeta a qualidade do atendimento e gera insegurança entre os trabalhadores.
A prefeitura de Belo Horizonte disse reconhecer a situação e buscar alternativas para manter o atendimento. O objetivo, segundo o poder público, é a sustentabilidade do serviço diante da redução de recursos financeiros.
O sindicato aponta que a diminuição do quadro pode comprometer agilidade e eficiência no atendimento emergencial, elevando riscos para a população. A vigília contou com trabalhadores, familiares e representantes da entidade.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que avalia caminhos para garantir o funcionamento do Samu, citando dificuldades financeiras por cortes de repasses e pela crise econômica. Novas parcerias também são discutidas.
Reações e próximos passos
- Diante da situação, o Sind-Saúde/MG promete manter a mobilização até a reversão dos desligamentos ou a renovação dos contratos.
- A atuação da população é acompanhada pela mobilização dos trabalhadores, que cobram melhorias no atendimento em Belo Horizonte.
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