- Wilson Fidalgo, aos 88 anos, faleceu na sexta-feira, 1 de maio, sendo lembrado como pioneiro de Brasília.
- O velório acontece no cemitério Campo da Boa Esperança neste sábado, 2 de maio, com cerimônia no Tempo Ecumênico II das 16h às 18h.
- Ele deixou Minas Gerais para construir a capital e formou uma família ao lado da esposa Gilka Fidalgo; são quatro filhos.
- A filha Maria Paula Fidalgo destaca a rede de amizade, solidariedade e afeto que acompanhou Wilson ao longo da vida, incluindo encontros de café entre amigos.
- O legado de Wilson Fidalgo é lembrado como a presença constante da família, da amizade e dos laços afetivos que perduram mesmo após a sua ausência.
Wilson Fidalgo, pioneiro de Brasília, morreu aos 88 anos na sexta-feira, 1º de maio. A notícia chega como símbolo da gentileza e do cuidado com a família, marcando o envelhecer da cidade que ajudou a construir. O velório acontece no sábado, 2 de maio, no cemitério Campo da Boa Esperança, das 16h às 18h, em cerimônia no Tempo Ecumênico II.
Fidalgo deixou Minas Gerais, seu estado de origem, para seguir o sonho de estabelecer-se no Planalto Central ao lado de Gilka Fidalgo. Juntos, enfrentaram desafios e ajudaram a moldar a comunidade local com trabalho e dedicação à família.
A família sempre foi o eixo de sua vida. Cinira, Wilson, Maria Paula, Gilka e Guta formaram uma base sólida que se expandiu com netos, bisnetos e muitos amigos. A filha Maria Paula descreve a rede de afeto como eterna e transformadora.
Nos últimos anos, o convívio entre amigos foi a fonte de alegria de Wilson. Mesmo com a saúde debilitada, os encontros para café da tarde, ao lado de colegas próximos, no bairro, mantiveram o espírito de convivência que ele prezava.
Para a família, a solidariedade e a gentileza eram características marcantes. Maria Paula destaca que a amizade e a presença constante da rede de apoio acompanharam Wilson até o fim, fortalecendo a relação entre a família e o grupo de amigos.
Legado familiar e comunitário
O legado de Wilson Fidalgo permanece nos filhos Cyro, Cinira, Maria Augusta e Maria Paula, bem como nos inúmeros amigos que acompanharam sua trajetória. A referência é de dedicação, presença constante e exemplo silencioso, acima de tudo pela convivência em família.
O pioneiro é lembrado como alguém que ajudou a construir não apenas uma cidade, mas uma rede de afeto duradoura. Sua história revela a importância de laços familiares fortes e de uma comunidade unida em torno de valores como cuidado e lealdade.
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