- Ana Paula Renault, de 44 anos, revelou em redes sociais que convive com o barulho de uma boate vizinha ao condomínio até as três da manhã, com paredes tremendo, móveis vibrando e até uma porta da cristaleira derrubada.
- Ela afirma ter buscado ajuda oficial, incluindo e-mails à prefeitura, registro no 156, boletins de ocorrência e vistorias, que, quando ocorreram, teriam sido feitas no andar errado, dificultando o flagrante.
- Segundo a ex-BBB, os sócios da boate não teriam levado o problema a sério, chegando a afirmar que “nada aconteceria” com eles.
- A situação, segundo a reportagem, também afeta outros moradores da região, que pedem atuação das autoridades competentes para resolver o incômodo.
- Além de divulgar o caso, Ana Paula publicou capturas de tela de conversas com os sócios e com vizinhos, incluindo tentativas de agendar vistorias para documentar o barulho.
Ana Paula Renault, campeã do BBB 26, relatou nesta semana problemas sonoros vindos de uma boate vizinha ao condomínio onde mora. Segundo a participante, o funcionamento do estabelecimento até as primeiras horas da madrugada causa vibrações nas paredes, derruba objetos e gera fissuras que se ampliam com o tempo. A situação levou a cobrança por medidas cabíveis.
Ela afirma que, desde o início da convivência com o bar, tem buscado encaminhamentos oficiais sem obter solução. Relatos apontam envio de e-mails à Prefeitura, registro no 156 e boletins de ocorrência, além de tentativas de vistoria pelos oficiais, que teriam ocorrido em momentos incorretos para registrar o barulho.
Além disso, Renault relata resistência dos responsáveis pela boate, que teriam mostrado desdém diante do problema. A moradora também cita que vizinhos são afetados pelo nível sonoro, reforçando a necessidade de atuação séria das autoridades competentes.
Desdobramentos e próximos passos
A ex-participante publicou capturas de tela de conversas com os sócios da boate e com moradores, com o objetivo de documentar o transtorno. Segundo relatos, há tentativas de agendamento de vistorias para que fiscais possam registrar o barulho reportado.
A situação, ocorrida em horário noturno, tem gerado preocupação entre moradores da região quanto a impactos estruturais no condomínio. A reportagem ainda aguarda posicionamento oficial das autoridades sobre as medidas a serem adotadas.
Sem concluir ou opinar, a matéria enfatiza que o caso envolve cumprimento de normas urbanísticas, fiscalização de ruídos e eventual responsabilização dos responsáveis pela atividade, conforme a legislação vigente.
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