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Inhotim comemora 20 anos com três novas atrações no 2º semestre

Inhotim celebra vinte anos com três novas exposições no segundo semestre de 2026, incluindo a renovação da Galeria Cildo Meireles e o retorno de The Murder of Crows

A instalação do artista Edgard de Souza no Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
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  • O Inhotim, em Brumadinho (MG), vai inaugurar três exposições no segundo semestre de 2026, incluindo uma mostra comemorativa aos 20 anos em setembro.
  • Em outubro, ocorre o retorno da obra The Murder of Crows e a incorporação de Missão/Missões (Como construir catedrais) à Galeria Cildo Meireles, que também passará por renovação arquitetônica.
  • A diretora-presidente Paula Azevedo afirmou que não há previsão de novas galerias até 2030, devido ao desafio de manutenção das edificações.
  • O instituto tem 140 hectares de área de visitação, mais de 800 obras em exposição e trabalhos de 50 artistas de 18 países.
  • A mostra comemorativa dos 20 anos revisita marcos da história do Inhotim, com foco na relação entre arte, natureza e educação e em homenagem ao fundador Bernardo Paz.

Inhotim, o maior museu a céu aberto da América Latina, comemora 20 anos com três exposições programadas para o segundo semestre de 2026. Brumadinho, MG, recebe novas mostras no Centro de Educação e Cultura Burle Marx, em diferentes momentos do período.

A abertura oficial das celebrações ocorreu em 25 de abril, com a inauguração de três obras: Contraplano de Lais Myrrha, Dupla Cura de Dalton Paula e Tororama de Davi de Jesus Nascimento. As peças integram o acervo público.

No primeiro semestre de 2026, o museu já preparava uma exposição comemorativa que revisita marcos da instituição e homenageia o fundador Bernardo Paz, com foco no passado para construir o futuro.

Em outubro, haverá a renovação da Galeria Cildo Meireles, com a incorporação de Missão/Missões (Como construir catedrais). O pavilhão já abriga Desvio para o vermelho, Glove Trotter e Através.

Ainda em outubro, retorna The Murder of Crows, instalação sonora dos canadenses Janet Cardiff e George Bures Miller, com 98 alto-falantes para experiência imersiva. A obra foi sucesso entre o público.

Segundo a diretora-presidente Paula Azevedo, não há previsão de novas galerias até 2030, devido ao desafio de manutenção. Inhotim ocupa 140 hectares, com mais de 800 obras de 50 artistas de 18 países.

A liderança destaca o foco em arte, natureza e educação desde a origem, com raízes ESG. Paula ressalta que a instituição continua revisitando espaços potentes já existentes.

O acervo botânico soma mais de mil espécies distribuídas em oito jardins e áreas de visitação. A diretora de Natureza, Infraestrutura e Operações, Alita Mariah, enfatiza a conservação de espécies locais.

A reportagem observa que o Tamboril é o coração do parque, com a grande árvore histórica que simboliza o jardim. A primeira galeria, True Rouge, abriga a obra de Tunga, figura-chave na história de Inhotim.

O museu reforça o papel educativo e cultural, mantendo o equilíbrio entre colecionismo e preservação. A instituição segue como referência cultural e ambiental na região.

Moradores e visitantes destacam o impacto das instalações, como Lama Lâmina e Sonic Pavilion, que transformam a percepção sobre arte pública e espaço expositivo.

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