- Vivian Chiabay, que está na 37ª semana de gestação, participa de um curso pré-parto com o marido Paulo Henrique Mattos, conduzido pelo obstetra Fernando Cunha.
- Durante a atividade, alguns pais simularam o peso do bebê e, de forma controlada, a sensação das contrações; Paulo Henrique acabou entre os voluntários sem saber exatamente o que aconteceria.
- O momento virou vídeo que viralizou nas redes, rendendo risadas entre quem estava presente e quem viu online.
- O episódio gerou debate sobre empatia, dor do parto e violência obstétrica, com relatos de mulheres sobre acolhimento e expressão da dor.
- A mãe disse que, embora a simulação seja apenas uma aproximação, pode ajudar o casal a entender o que a mulher sente no parto real.
Durante um curso de preparação para o parto, o marido de uma gestante participou de uma dinâmica que simulou as contrações, conectando-se a um aparelho específico. O objetivo foi apresentar, de forma prática, as sensações associadas ao trabalho de parto.
Vivian Chiabay, arquiteta e artista, e o marido Paulo Henrique Mattos aguardam o primeiro filho, Otto. Ela está na 37ª semana de gestação. O encontro foi conduzido pelo obstetra Fernando Cunha, conhecido pela abordagem humanizada.
Na atividade, alguns participantes simularam o peso do bebê com frutas, enquanto outros vivenciaram de modo controlado a sensação das contrações. Paulo Henrique acabou entre os voluntários sem saber o que viria a seguir.
O vídeo do momento circulou nas redes sociais, gerando risadas entre quem estava presente e quem acompanhou pela internet. A gravação foi publicada pela esposa e ganhou alcance considerável.
Diversos comentários surgiram em torno do tema. Enquanto parte do público destacou o caráter lúdico da experiência, outras pessoas apontaram que a dor do parto real é significativamente maior do que a de curtos momentos de simulação.
Especialistas e relatos de mães foram trazidos à tona na discussão, ressaltando a importância da empatia e do acolhimento durante o atendimento obstétrico. A experiência é apresentada como espaço de reflexão sobre o papel do acompanhante.
A prática, segundo Vivian, ampliou o entendimento sobre o que a futura mãe pode enfrentar. Ela afirma que a simulação pode ajudar o parceiro a compreender melhor o que acontecerá na hora do parto.
Assista ao vídeo da simulação nas redes sociais da família. A cada minuto, diferentes reações aparecem, reforçando o debate sobre dor, empatia e violência obstétrica.
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