- A atriz Alanis Guillen, conhecida por Lorena em Três Graças, obteve medida protetiva contra a ex-companheira Giovanna Reis.
- Segundo o processo, ocorreram perseguição, ameaças e invasão de domicílio após o fim do relacionamento, em março.
- A decisão é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, com base na Lei Maria da Penha, que reconheceu violência psicológica e perseguição.
- A medida determina distância da ex e proíbe qualquer contato por telefone, redes sociais ou apps, além de impedir que Giovanna divulgue informações da vida privada de Alanis.
- O caso ganhou repercussão também por controvérsias anteriores, com publicações de Giovanna Reis em 2012 consideradas racistas e homofóbicas.
A atriz Alanis Guillen, conhecida por seu papel em Três Graças, obteve uma medida protetiva após relatar episódios graves envolvendo a ex-namorada. Segundo o processo, houve perseguição, ameaças e invasão de domicílio, impactando seu estado emocional.
A decisão judicial foi encaminhada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, com base na Lei Maria da Penha. Os relatos afirmam que a ex-companheira aumentou a insistência na reaproximação após o término, em março.
A ação foi divulgada pelo jornalista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, que informou sobre as evidências reunidas. Entre elas, mensagens, registros e depoimentos que embasaram o pedido.
Medida protetiva e seus termos
Conforme o despacho de 29 de abril, Giovanna Reis deve manter distância de Alanis Guillen e não pode contatá-la por telefone, redes sociais ou apps de mensagem. Também fica proibida de divulgar informações da vida privada da atriz.
A medida prevê ainda que Giovanna Reis evite qualquer contato com pessoas do convívio profissional de Alanis. O objetivo é prevenir novas situações de violência psicológica e perseguição.
Historicamente, o fim do relacionamento já havia gerado controvérsia. Publicações de 2012 feitas por Giovanna Reis foram consideradas racistas e homofóbicas, reacendendo o debate nas redes sociais.
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