- A atriz Alanis Guillen obteve medida protetiva contra a ex-namorada Giovanna Reis na Justiça do Rio de Janeiro, com base na Lei Maria da Penha, após denúncias de perseguição desde março.
- A acusação inclui contatos insistentes, visitas não desejadas à residência e tentativas de expor assuntos pessoais da atriz.
- A Justiça reconheceu indícios de violência psicológica e perseguição, impondo restrições à ex-namorada.
- Giovanna Reis não pode manter contato com Alanis, seja por redes sociais, ligações ou comentários públicos.
- A sexóloga Alessandra Araújo aponta sinais de relação tóxica e orienta sobre passos para sair do ciclo abusivo, incluindo apoio externo e planejamento de independência.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma medida protetiva a Alanis Guillen após o término de seu relacionamento com Giovanna Reis. A atriz recorreu à polícia para garantir sua segurança, com base na Lei Maria da Penha. O pedido foi aceito após denúncias de perseguição e ameaças desde março, março, quando o namoro chegou ao fim.
Segundo relatos da atriz, houve contatos insistentes e visitas não desejadas à residência após o término. Também houve alegação de que Giovanna tentou expor questões pessoais e procurou colegas de elenco da novela Três Graças. A decisão judicial reconheceu indícios de violência psicológica e perseguição.
A ex-namorada foi proibida de manter qualquer contato com Alanis, seja por redes sociais, ligações ou comentários públicos. A medida visa evitar novas situações de risco e preservar a integridade da atriz. A Justiça mantém o caso em monitoramento conforme a lei.
Ponto central do caso
A situação evidencia a persistência de comportamentos abusivos após uma ruptura, tema discutido por especialistas. A sexóloga Alessandra Araújo aponta que o caso ilustra controle e manipulação como formas de manter poder sobre o ex-parceiro.
Sinais de alerta em relações tóxicas
Entre os indicativos identificados pela especialista estão: comunicação excessivamente restrita, isolamento social, gaslighting e controle disfarçado de cuidado. Ela ressalta que esses comportamentos dificultam a saída e exigem apoio profissional.
Caminhos para a libertação
A especialista sugere etapas práticas: reconhecer a realidade da relação, reativar a rede de apoio, planejar independência financeira e manter contato zero, inclusive nas redes sociais. Em casos de violência, a orientação é buscar ajuda imediata em Delegacias da Mulher, ONGs ou profissionais habilitados.
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