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Morador de rua será julgado por morte a pauladas nesta terça

Morador de rua será julgado na terça (5/5) pelo homicídio com pauladas no Gama; pena de 12 a 30 anos por homicídio qualificado com motivo banal e crueldade

O homem assassinou a vítima com pauladas, utilizando um pedaço de madeira - (crédito: Freepik)
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  • O morador de rua Jacó Pereira de Sousa será julgado por homicídio qualificado pelo Tribunal do Júri do Gama nesta terça-feira, 5 de maio.
  • O crime ocorreu em 4 de março do ano passado, após desentendimento em frente a um estabelecimento no Setor Central do Gama, envolvendo a vítima William da Silva Ribeiro.
  • Jacó teria golpeado a vítima com um pedaço de madeira repetidamente, após seguir a pessoa após a primeira agressão; a vítima morreu no local.
  • A prisão preventiva foi decretada no dia seguinte e o suspeito continua preso; o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios apresentou a denúncia.
  • A defesa tenta retirar as qualificadoras, alegando que a gravidade não se confirma; as provas incluem laudo cadavérico, perícia, vídeos, registros policiais e antecedentes do réu.

Um morador de rua, Willian da Silva Ribeiro, será julgado por homicídio qualificado nesta terça-feira (5/5) pelo Tribunal do Júri do Gama. O crime ocorreu em 4 de março do ano passado, após desentendimento entre ele e o réu, Jacó Pereira de Sousa, em frente a um comércio no Setor Central do Gama.

Jacó Pereira de Sousa foi preso em flagrante e teve a prisão preventiva decretada, permanecendo detido desde então. A denúncia do MPDFT descreve desentendimento banal seguido de extrema violência, com o suspeito utilizando um pedaço de madeira para golpear a vítima diversas vezes.

O Ministério Público aponta motivação banal e acrescenta crueldade como qualificadora. O réu pode cumprir de 12 a 30 anos de cadeia, conforme a acusação. A defesa, por sua vez, tenta afastar as qualificadoras e pediu a revogação da prisão.

Entre as provas reunidas constam o laudo cadavérico, a perícia local, registros de vídeo, boletins de ocorrência e os antecedentes criminais de Jacó. O julgamento está marcado para ocorrer no Fórum do Gama, envolvendo o júri popular.

O caso segue sob análise do MPDFT, que defende a responsabilização mais grave. Ainda não houve parecer final da defesa sobre as qualificadoras ou eventuais atenuantes. O resultado dependerá do veredito dos jurados.

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