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SP registra alta de feminicídio 41% e de medidas protetivas 31,9%

Feminicídio avança 41% no trimestre em São Paulo, com 86 mortes nos três primeiros meses; descumprimento de medida protetiva sobe 31,9%

Ato denúncia em frente à Câmara Municipal, organizado pelo campanha Levante Feminista contra o Feminicídio, colocarão 210 cruzes nas escadarias do Palácio Pedro Ernesto, simbolizando cada uma das 111 mulheres assassinadas no estado em 2022 e as 99 mulheres assassinadas em 2023. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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  • SP registrou 30 vítimas de feminicídio em março, maior marca já para o mês, com alta de 57,9% frente a março do ano passado (19 vítimas).
  • No acumulado de janeiro a março, foram 86 mulheres assassinadas, 41% a mais que o primeiro trimestre de 2025 (61 vítimas).
  • Registros de descumprimento de medida protetiva de urgência totalizaram 3.020 no período, alta de 31,9% em relação ao mesmo intervalo de 2025.
  • Casos de agressão física contra mulheres no trimestre somaram 19.249, alta de 7,4% em relação ao primeiro trimestre de 2025 (17.926).
  • Os dados são do portal da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP).

O estado de São Paulo registrou 30 vítimas de feminicídio em março, mês marcado pelo Dia Internacional da Mulher. O dado representa o maior registro para o mês na série histórica e um aumento de 57,9% em relação a março do ano passado, quando houve 19 casos.

No acumulado de janeiro a março deste ano, o número de feminicídios chegou a 86, conforme dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). O salto frente aos três primeiros meses de 2025 fica em 41%, com 61 ocorrências no primeiro trimestre de 2025.

Os registros de descumprimento de medida protetiva de urgência no âmbito da violência doméstica somaram 3.020 ocorrências no período. A SSP aponta alta de 31,9% em relação ao mesmo intervalo de 2024.

Também houve crescimento de agressões físicas contra mulheres no estado. Entre janeiro e março, foram 19.249 casos de lesão corporal dolosa, frente a 17.926 no mesmo período de 2025, um aumento de 7,4%.

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