- Criminosos usam inteligência artificial para criar perfis falsos com rostos e vozes de famosos e enganar idosos para obter dinheiro.
- As vítimas são atraídas por perfis realistas e pela falta de conhecimento digital entre os idosos.
- O tempo que os idosos passam no celular facilita o golpe, especialmente em cenários de isolamento e pouca interação com familiares.
- As quadrilhas exploram solidão e carência afetiva ao se passar por relacionamentos amorosos online.
- O Brasil tem mais de trinta e cinco milhões de idosos, muitos dos quais passam mais tempo conectados e suscetíveis a golpes.
Criminosos têm usado inteligência artificial para criar perfis falsos com rostos e vozes de famosos, na tentativa de enganar idosos pela internet. As vítimas são induzidas a acreditar na autenticidade dos perfis e, assim, enviar dinheiro ou informações pessoais.
A prática é promovida por quadrilhas que exploram a solidão e a carência de contato social entre a população idosa. As investidas costumam ocorrer por meio de mensagens e chamadas, simulando identidades reais para facilitar o golpe.
No Brasil, o envelhecimento populacional é rápido, com mais de 35 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. O tempo recorde dos idosos no celular facilita o alcance dos golpes, com vítimas em diversas regiões do país.
A cada mês, relatos indicam que perfis de famosos, criados com IA, são usados para ganhar a confiança das vítimas. A operação busca obter vantagens financeiras antes de ser detectada pelas plataformas ou pelas autoridades.
Especialistas alertam que a falta de conhecimento digital entre idosos favorece a ação dos criminosos. O aumento do uso de dispositivos móveis amplia a exposição a golpes com aparência legítima.
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