- Médica veterinária e influenciadora Raylane Diba Ferrari foi presa em flagrante em Campo Grande, MS, pela Polícia Civil por manipular e vender xampu de cavalo para uso humano.
- A fiscalização ocorreu em um consultório veterinário e pet shop vinculados à influenciadora; constatou-se manipulação irregular do xampu e adição de uma suplementação injetável de uso animal.
- A substância Monovin A era adicionada aos produtos e divulgada como tônico capilar de alta eficácia para humanos, com Raylane ensinando o uso em vídeos nas redes sociais, onde possui mais de 500 mil seguidores.
- Ela alegava que os produtos não possuem contraindicações e poderiam ser usados por gestantes e lactantes; foi encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (DECON) por crimes contra as relações de consumo.
- A pena prevista é de dois a cinco anos de prisão, mais multa, sem possibilidade de fiança; a defesa da vítima ainda não foi contatada.
Uma médica veterinária e influenciadora foi presa em flagrante em Campo Grande, MS, na última segunda-feira (4). A suspeita envolve manipular e vender xampu de cavalo para uso humano, com complementação indevida de substâncias.
A fiscalização ocorreu em um consultório veterinário e em um pet shop ligado à influenciadora. No local, agentes encontraram indícios de manipulação irregular do xampu, com adição de uma substância de uso animal.
Foi constatado, também, que o produto recebia a suplementação injetável Monovin A, usada para corrigir deficiência de vitamina A em animais. A substância era apresentada como um tônico capilar de alta eficácia para humanos.
A influenciadora, com mais de 500 mil seguidores, divulgava o uso do xampu em vídeos nas redes sociais. Ela ensinava a aplicar xampu, ampola e óleo para tratar queda de cabelo, acelerar o crescimento e tratamento de dermatite.
Ao ser flagrada manipulando os produtos, a médica foi encaminhada à DECON, vinculada à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo, por suspeitas de venda de mercadoria em desacordo com as regras, publicidade enganosa e venda de itens impróprios ao consumo.
A Polícia Civil informou que a pena prevista para os crimes envolve de 2 a 5 anos de detenção, além de multa, com impossibilidade de fiança. A defesa da captura não teve contato divulgado pela imprensa até o momento.
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