- A Ficco deflagrou a Operação Consorte, com ações simultâneas no Ceará e em Belo Horizonte (MG), para aprofundar investigações sobre uma organização criminosa interestadual.
- Ao todo, 108 policiais federais e civis participam, distribuídos em 27 equipes operacionais.
- A operação cumpriu 27 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão, autorizados pela 93ª Zona Eleitoral.
- Os investigadores apuram fluxo financeiro superior a R$ 500 milhões, com indícios de ocultação e dissimulação de recursos ilícitos.
- O foco é a desarticulação financeira do grupo, em desdobramento da Operação Traditori, que resultou na prisão de agentes políticos.
A Ficco deflagrou a Operação Consorte nesta terça-feira (5) para aprofundar investigações sobre uma organização criminosa com atuação interestadual. A ofensiva ocorre em municípios do Ceará e em Belo Horizonte (MG), envolvendo 108 policiais federais e civis em 27 equipes.
Segundo as apurações, foi identificado um fluxo financeiro superior a R$ 500 milhões, com indícios de uso de mecanismos para ocultação e dissimulação de recursos ilícitos. Os investigadores tratam os crimes como lavagem de capitais e delitos correlatos.
Ao todo, são cumpridos 27 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão. As ordens foram expedidas pela 93ª Zona Eleitoral. A operação é um desdobramento da Polícia de ações anteriores na região investigada.
Desdobramento e foco financeiro
A ação visa desarticular a estrutura financeira do grupo, com foco em rastrear fluxos e regularizar ativos. As diligências seguem em andamento para esclarecer a participação de agentes e estruturas envolvidas.
A Ficco no Ceará reúne Polícia Federal, Polícia Civil do Estado do Ceará, Polícia Militar do Ceará, Polícia Rodoviária Federal, além de órgãos estaduais e federais ligados à segurança pública e ao sistema penitenciário.
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