- A pastora Helena Raquel viralizou nas redes ao pregar sobre violência doméstica sofrida por mulheres evangélicas, pedofilia e abuso sexual dentro da igreja, durante o Congresso dos Gideões em Camboriú, Santa Catarina.
- O vídeo completo no YouTube passou de 1 milhão de visualizações em três dias, e o trecho com a expressão “pare de orar por ele e ore por você” ganhou ampla repercussão.
- No Instagram, o vídeo acumulou mais de 14 milhões de visualizações até quarta-feira, 6, além de milhares de comentários de apoio.
- Helena Raquel lidera a Assembleia de Deus Vida na Palavra, no Rio de Janeiro, é gestora do projeto Pastoras do Brasil e autora de treze livros.
- Ela afirmou que o tema surgiu por orientação espiritual, não por um caso isolado, ressaltando a importância de denunciar abusos e buscar segurança, sem tolerar crimes como pedofilia.
Helena Raquel viralizou nas redes após um vídeo em que comenta violência doméstica entre mulheres evangélicas, pedofilia e abuso sexual dentro da igreja. O trecho em que afirma “Pare de orar por ele e ore por você” ganhou destaque nas plataformas.
O conteúdo foi gravado durante o Congresso dos Gideões, em Camboriú (SC). Três dias após a publicação no YouTube, o vídeo eletrônico ultrapassou 1 milhão de visualizações. No Instagram, o material já acumula mais de 14 milhões de visualizações, até a última atualização. Milhares de comentários acompanham a repercussão.
Helena Raquel soma mais de 30 anos de ministério. Ela tem 1,7 milhão de seguidores no Instagram e cerca de 580 mil inscritos no YouTube. Lidera a Assembleia de Deus Vida na Palavra (ADPIV) no Rio de Janeiro e é casada com o pastor Eleomar Dionel.
Ela também criou o projeto Pastoras do Brasil, voltado a apoiar lideranças femininas na igreja, e é autora de 13 livros. A pastora afirma ter recebido um direcionamento espiritual para abordar o tema da violência contra a mulher naquele momento.
Perfil público e defesa do tema
A pregação critica o silêncio institucional e a omissão de líderes religiosos quanto a crimes envolvendo fiéis. Em trechos da fala, ela ressalta que pedófilo não é ungido e que não há compatibilidade entre pastor e abusador. O recado também é dirigido às mulheres, para que busquem condições de denúncia e proteção.
O sermão utiliza a história de Juízes 19 para contextualizar o tema e reforçar a responsabilidade coletiva diante do sofrimento. O discurso ganhou compartilhamentos de figuras públicas, além de repercussão entre diferentes comunidades religiosas.
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