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PF mira lavagem de dinheiro do jogo do bicho em postos no RJ

PF deflagra a Operação Centelha contra lavagem de dinheiro ligada a rede de postos de gasolina no RJ, com 16 mandados de busca e sequestro de bens, incluindo policiais

Integrantes do grupo criminoso usavam postos de gasolina e "laranjas" para lavagem de dinheiro
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Centelha, com apoio do Gaeco/MPF, para desarticular organização criminosa envolvida em sonegação fiscal e lavagem de patrimônio no Rio de Janeiro.
  • Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em residências e escritórios,nas zonas central, Barra da Tijuca, recreio dos bandeirantes e outras regiões da capital, além de Mangaratiba.
  • A Justiça determinou o sequestro de bens dos investigados, incluindo imóveis, veículos de luxo, cotas de empresas e pelo menos 16 embarcações, envolvendo também três policiais civis e um policial militar.
  • A apuração aponta que o grupo operava um complexo econômico no ramo de postos de gasolina, lojas de conveniência e gestão patrimonial, com uso de “laranjas” para ocultar a origem do dinheiro.
  • Os investigados podem responder por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, sonegação fiscal, organização criminosa e outros crimes que venham a surgir durante as apurações.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a Operação Centelha, com apoio do Gaeco/MPF, para desarticular uma organização criminosa ligada a sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. O foco é uma rede de postos de gasolina no Rio de Janeiro e o uso de laranjas para ocultar o patrimônio.

Agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão em residências e escritórios situados no Centro, Barra da Tijuca, Campo Grande, Recreio dos Bandeirantes, Taquara, Jacarepaguá, Bangu, Realengo, na capital, e em Mangaratiba, na Costa Verde.

A Justiça determinou o sequestro de bens dos investigados, incluindo três policiais civis e um policial militar, tanto em nome próprio como em nome de terceiros. Entre os ativos, há imóveis, veículos de luxo, cotas de empresas e pelo menos 16 embarcações.

Os levantamentos indicam que os investigados administravam estabelecimentos de forma clandestina, compondo um grupo econômico que atua em postos de gasolina, lojas de conveniência e gestão patrimonial, com atuação voltada a crimes tributários e lavagem de capitais.

Desdobramentos da operação

Os suspeitos podem responder por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, sonegação fiscal e organização criminosa, entre outros delitos. Novos desdobramentos devem surgir conforme as investigações avancem.

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