- Nove pessoas foram alvo de operação da 18ª Delegacia de Polícia de Brazlândia contra fraudes em plataformas de apostas virtuais, o chamado “Jogo do Tigrinho”; mandados de busca foram cumpridos no DF e em seis estados, e a Justiça bloqueou R$ 11 milhões das contas dos investigados.
- O esquema simulava ganhos com contas “demo” e utilizava proxies, além de redes sociais para induzir vítimas a clicarem em links manipulados, sem apostas reais.
- A investigação teve início após buscas em julho de dois mil e vinte e quatro na residência de um influenciador digital em Brazlândia, identificado como Roberth Lucas.
- O grupo apresentava organização significativa, com divisão de tarefas, liderança que recrutava e ligava-se a plataformas estrangeiras, e operadores que criavam contas usando CPFs de terceiros.
- Ao todo, os investigados teriam movimentado e lavado cerca de R$ 11 milhões; a média diária de transações alcançava R$ 48 mil; eles podem responder por organização criminosa e estelionato, e as apurações continuam.
Nove pessoas são alvo de operação da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) contra fraudes em plataformas de apostas virtuais, o chamado Jogo do Tigrinho. Mandados foram cumpridos no DF e em seis estados, nesta manhã (6/5). Ao todo, houve bloqueio de R$ 11 milhões nas contas.
A investigação apontou um esquema com alto grau de organização, que dividia funções entre recrutamento, estratégias e ligação com plataformas estrangeiras. Técnicas usadas incluíram proxies para ocultar identidade e contas “demo” para simular ganhos.
Um influenciador de Brazlândia identificado como Roberth Lucas aparece nos relatos como responsável por divulgar ganhos falsos e conduzir seguidores a links manipulados, de acordo com as evidências.
Segundo a autoridade, prisões não foram anunciadas, mas a atuação envolveu a criação de contas com CPFs de terceiros e a utilização de estratégias para induzir vítimas a acreditar que realizavam apostas reais.
A Justiça bloqueou R$ 11 milhões das contas dos investigados, números que refletem o conjunto das movimentações ilícitas, com um suspeito registrando média de R$ 48 mil diários em operações.
Os investigados respondem por organização criminosa e estelionato. As apurações continuam para mapear o alcance e as responsabilidades dentro do esquema.
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