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Prefeitura bloqueia imóvel de Renato Aragão por dívida de grande valor

Prefeitura do Rio move execução fiscal contra Renato Aragão por IPTU 2021–2023; pode haver arresto de mansão avaliada em R$ 18 milhões

Reprodução/Globo
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  • A Prefeitura do Rio de Janeiro moveu execução fiscal em dezembro de 2025 contra Renato Aragão, por dívida de IPTU somando R$ 548.283,69 referente a 2021 a 2023, ligada a uma mansão no Recreio dos Bandeirantes, anunciada no mercado por cerca de R$ 18 milhões.
  • Em janeiro, a juíza Katia Cristina Nascente Torres determinou a notificação formal do humorista, com prazo de cinco dias para pagamento.
  • No fim de abril, a prefeitura informou dificuldades para efetivar a notificação e pediu que a citação seja feita por oficial de Justiça ou por edital, caso não haja localização do artistar.
  • Está em análise o pedido de arresto da mansão, que, se aplicado, pode bloquear o imóvel até a quitação da dívida.
  • O processo segue em andamento e pode ter novos desdobramentos conforme a Justiça avalia os pedidos apresentados.

A Prefeitura do Rio de Janeiro moveu uma ação de execução fiscal contra o comediante Renato Aragão, envolvendo débitos de IPTU. A cobrança, iniciada em dezembro de 2025, soma R$ 548.283,69 relativos a 2021 a 2023. O débito está atrelado a uma mansão no Recreio dos Bandeirantes, anunciada por cerca de R$ 18 milhões.

A Justiça determinou a notificação formal do humorista, em janeiro, com prazo de cinco dias para quitar a dívida. A correspondência deveria ser enviada ao endereço do imóvel, conforme decisão da juíza Katia Cristina Nascente Torres. O processo seguiu seu curso após essa determinação.

No fim de abril, o município informou dificuldades para efetivar a notificação. Houve abertura para que a citação ocorra por oficial de Justiça ou, se necessário, por edital, para dar continuidade à cobrança dentro dos trâmites legais.

Arrestenimento e desdobramentos

Entre os pontos do processo está o pedido de arresto da mansão, que pode bloquear o imóvel até a quitação da dívida. A medida visa assegurar o recebimento do valor devido, mesmo diante de eventuais entraves no andamento processual.

O caso permanece em tramitação, com a Justiça analisando os pedidos apresentados e avaliando novos desdobramentos que podem surgir conforme o andamento da execução fiscal.

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