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Câncer de ovário: sintomas que devem acender alerta nas mulheres

Câncer de ovário pode apresentar sintomas leves que atrasam o diagnóstico; 25% têm predisposição genética e a prevenção primária é enfatizada

Especialista em ginecologia oncológica fala sobre o câncer de ovário
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  • O câncer de ovário é o tumor ginecológico que mais mata mulheres no Brasil, segundo o INCA.
  • Entre 2026 e 2028, serão diagnosticados mais de oito mil novos casos por ano.
  • É o oitavo tipo de câncer mais incidente entre mulheres no país; a alta letalidade está associada ao diagnóstico tardio.
  • De 70% a 80% das pacientes são diagnosticadas apenas nos estágios 3 ou 4; os sintomas costumam ser leves e pouco específicos.
  • Não há exame de detecção precoce eficaz; a prevenção envolve primária (evitar o tumor) e secundária (diagnosticar precocemente). Cerca de 25% dos casos são genéticos, e quem tem histórico familiar deve consultar o ginecologista.

O câncer de ovário é o tumor ginecológico que mais mata mulheres no Brasil. Entre 2026 e 2028, devem ser diagnosticados acima de 8 mil casos por ano, segundo o Inca.

Na população feminina, o câncer de ovário figura como oitavo mais incidentes no país e sétimo nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte. A alta letalidade está ligada ao diagnóstico tardio.

A Febrasgo aponta que de 70% a 80% das pacientes são identificadas nos estágios 3 ou 4, e ressalta que os sintomas costumam ser silenciosos, dificultando a avaliação médica.

Sintomas que devem acender o alerta

Distensão abdominal, leve dor no baixo ventre e desconforto são sinais comuns no início. Alterações urinárias ou intestinais também podem ocorrer, exigindo avaliação médica.

Segundo o médico, as formas de prevenção são primária e secundária. A primária envolve evitar fatores de risco, enquanto a secundária depende do diagnóstico precoce.

Não existe, hoje, um exame definitivo de detecção precoce para o câncer de ovário. Pacientes com sintomas persistentes devem procurar o ginecologista o quanto antes para avaliação.

Cerca de 25% dos casos têm ligação com fatores genéticos. Nessas situações, a prevenção primária é especialmente relevante, e o histórico familiar deve ser informado ao médico.

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