Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Feira do Livro da Rocha cresce e transforma ruas em festival cultural

Feira do Livro da Rocha, no Bixiga, amplia para três dias, atrai cerca de 13 mil pessoas e mobiliza voluntários, reforçando a dinâmica cultural de rua

Público no último dia da Feira do Livro da Rocha, segunda edição do festival de rua em São Paulo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Feira do Livro da Rocha, no Bixiga, em São Paulo, chegou à segunda edição como festival de rua com programação plural.
  • O evento ocorreu de sexta-feira (1º) a domingo (3) e ampliou-se de fim de semana para três dias, incluindo o feriado de 1º de maio.
  • O público estimado passou de dez mil para treze mil pessoas, com inscrições de voluntários que se esgotaram no mesmo dia.
  • Entre as atrações, houve lançamentos de livros, aulas públicas, palestras de intelectuais, rodas de música, estandes de editoras e atividades como treinos de luta e serviços de cabeleireiro.

•, destaque para participação de nomes como Cidinha da Silva, Lilia Schwarcz, Oswaldo de Camargo, Neide Almeida e Tom Zé, além de a organização ser elogiada pela proximidade com a proposta da festa da Paraty.

A Feira do Livro da Rocha, realizada no Bixiga, em São Paulo, ganhou status de festival de rua ao ampliar sua programação para três dias, de 1º a 3 de maio. O objetivo é aproximar literatura da vida cotidiana, mesclando livros, comida, música e ações sociais.

Organizada pela comunidade local, a edição 2026 recebeu um volume expressivo de voluntários após abrir chamadas abertas. A coordenação afirma ter encerrado as inscrições no mesmo dia por superlotação de interessados.

O público foi de cerca de 13 mil pessoas, frente a 10 mil na edição anterior. O aumento ocorreu apesar do tempo instável no domingo, quando houve garoa, segundo a organização.

Programação diversificada

Na sexta-feira, a pauta contou com uma aula pública de Cidinha da Silva e uma palestra de Lilia Schwarcz, durante a Ocupação Thereza Santos, em prédio próximo. Também houve mesa com Oswaldo de Camargo e Neide Almeida, além de shows com Tom Zé.

Editoras marcaram presença com estandes de empresas de diferentes portes, mantendo espaço igualmente para editoras independentes e grandes selos. A curadoria buscou equilíbrio entre obras, debates e atividades práticas.

O festival é visto como continuidade de uma tradição que une literatura e território. Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip, destacou que o formato reforça a ligação entre livro, comunidade e espaço público.

Ao longo do mês, o bairro já refletiu esse movimento com ações como a Litera Helipa em Heliópolis e o próximo festival Poesia no Centro, ampliando o calendário cultural de rua em São Paulo.

A segunda edição da Feira da Rocha evidencia o potencial de um festival literário capaz de reavivar as ruas do bairro e inspirar iniciativas similares na cidade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais