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Funcionária de hospital em Campinas é presa por injúria racial contra colega

Funcionária de hospital municipal de Campinas é presa em flagrante por injúria racial; afastada, pode levar à exoneração em processo ético

Fachada da Unidade Pediátrica Mário Gattinho, onde o caso de injúria ocorreu
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  • Uma funcionária de hospital municipal de Campinas foi presa em flagrante por suspeita de injúria racial após xingar uma colega de “negra encardida e fedorenta” na Unidade Pediátrica Mário Gattinho.
  • A vítima é técnica de enfermagem de 27 anos; a discussão aconteceu na cozinha da unidade de saúde.
  • Dulcineia Aparecida Pires teria admitido as ofensas e a Guarda Municipal foi acionada; o comportamento hostil continuou diante da equipe.
  • Ela passou por audiência de custódia e teve liberdade provisória com medidas cautelares, incluindo não se ausentar da cidade, comparecimento a atos do processo e não manter contato com a vítima.
  • A Rede Mário Gatti afastou a funcionária; a investigação pode levar a processo ético e disciplinar; a Polícia Civil instaurou inquérito por preconceito de raça ou de cor na Polícia Civil (1º DP de Campinas).

Uma funcionária de um hospital municipal de Campinas foi presa em flagrante na manhã de quinta-feira (7) suspeita de injúria racial. A suposta ofensa ocorreu durante discussão na Unidade Pediátrica Mário Gattinho, no Parque Itália.

A vítima é uma técnica de enfermagem de 27 anos. Segundo o boletim de ocorrência, Dulcineia Aparecida Pires ofendeu a colega, chamando-a de “negra encardida e fedorenta”. A Guarda Municipal foi acionada e a acusada admitiu as palavras.

As partes foram levadas ao plantão do 1º DP, onde a ocorrência foi registrada. Dulcineia teve prisão convertida em liberdade provisória, com medidas cautelares, após audiência de custódia.

Desdobramentos

A Rede Mário Gatti afastou a servidora, que também responderá a processo ético e disciplinar. A Polícia Civil investiga o caso, que pode resultar em exoneração caso comprovadas as responsabilidades.

A prefeitura de Campinas informou que oferecerá atendimento à vítima e reiterou repúdio a quaisquer atos de discriminação. A SSP registrou o crime como injúria racial, com inquérito em curso.

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