- Goleiro Bruno foi preso em São Pedro da Aldeia, no RJ, por policiais do 25º batalhão em ação integrada com PM de Minas Gerais.
- Ele estava foragido da Justiça por dois meses, após descumprir as condições da liberdade condicional.
- O mandado de prisão foi emitido em cinco de março, e Bruno não se apresentou para retornar ao regime semiaberto.
- A prisão ocorreu após ele viajar para assinar com o Vasco-AC sem autorização, apesar de a região estar proibida pela conduta da liberdade condicional.
- O Ministério Público apontou diversos descumprimentos das regras, incluindo não informar mudança de endereço, desrespeito a horários de recolhimento e viagens sem autorização.
O goleiro Bruno foi preso nesta sexta-feira em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante ação integrada entre o 25º batalhão da PM do Rio e a inteligência da PM de Minas Gerais. Bruno estava foragido da Justiça há dois meses, após descumprir as condições da liberdade condicional.
O mandado de prisão foi expedido em 5 de março, após o atleta não retornar ao regime semiaberto. Ele deixou o estado de forma irregular para assinar com o Vasco-AC, mesmo sob proibição de deixar o Rio de Janeiro pelas regras da liberdade condicional. A prisão foi comunicada pela Polícia Militar.
Durante a operação, Bruno não resistiu e colaborou com as equipes, sendo encaminhado à 125ª Delegacia de Polícia para cumprimento do mandado. A defesa não foi localizada pela imprensa até o momento da divulgação.
Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, houve múltiplos descumprimentos das condições impostas ao ex-jogador. Entre as irregularidades, o órgão apontou não informar mudança de endereço, desrespeito ao horário de recolhimento e frequência a locais proibidos. O MPRJ indicou que Bruno realizou viagens sem autorização em outras ocasiões.
Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesões corporais contra Eliza Samudio, teve a pena executada no TJ-MG. O caso ficou conhecido pela morte da modelo, cuja localização do corpo nunca foi comprovada. A condenação ocorreu em 2013; houve habeas corpus suspenso em 2017, seguido de retorno à prisão.
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