- Em Bento Gonçalves, no bairro Zatt, ocorreu nesta quarta-feira (6/5) um simulado de resposta a deslizamentos com mobilização de mais de 100 viaturas e três aeronaves pela Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul.
- O objetivo foi evacuar moradores voluntários e localizar vítimas simuladas, representadas por manequins, com atuação de equipes de resgate.
- O Corpo de Bombeiros liderou as frentes, com atendimento pré-hospitalar e estabilização de encostas, enquanto Grupos de Resgate em Desastres aplicaram técnicas de remoção de escombros.
- A Brigada Militar controlou o perímetro e abriu rotas de fuga para ambulâncias e veículos de resgate; Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias atuaram na retaguarda.
- O coordenador da Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, afirmou que o exercício testa a prontidão para cenários extremos, percorrendo todas as etapas desde o alerta até o balanço final, com integração entre forças municipais, estaduais e federais.
Uma megaoperação logística tomou as ruas de Bento Gonçalves nesta quarta-feira, 6 de maio, para um exercício de resposta a deslizamentos de terra. O simulado envolveu evacuação real de moradores voluntários e busca por vítimas simuladas, representadas por manequins.
Mais de 100 viaturas e três aeronaves foram mobilizadas pela Secretaria da Segurança Pública do RS. O bairro Zatt foi o cenário escolhido para o treinamento, que simulou etapas de uma tragédia real.
O Corpo de Bombeiros liderou as frentes de trabalho, com foco no atendimento pré-hospitalar e na estabilização de encostas. Grupos de Resgate em Desastres aplicaram técnicas de remoção de escombros com expansores e cortadores industriais.
A Brigada Militar ficou responsável pela segurança operacional, com isolamento de perímetro e rotas exclusivas para ambulâncias e veículos de resgate, reduzindo congestionamentos.
A Polícia Civil e o IGP atuaram na retaguarda, enquanto helicópteros realizavam salvamentos aéreos. O IGP montou o Posto Médico Legal para recepção e higienização de corpos simulados.
A atuação conjunta visou validar a capacidade das instituições de manter ordem pública e dignidade das vítimas, assegurando fluxo de informações entre o local do impacto e o gabinete de crise.
Coronel Luciano Chaves Boeira, coordenador estadual da Defesa Civil, explicou que a logística foi desenhada para cenários de eventos extremos que o estado enfrenta. O exercício percorreu desde o alerta até a coletiva de balanço final.
Desdobramentos e estrutura de resposta
A operação testou a integração entre forças municipais, estaduais e federais, com foco na rápida mobilização de recursos. Os treinamentos cobriram evacuação, atendimento médico de urgência e manejo de escombros.
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