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Oruam começa a ser julgado por tentativa de homicídio; cantor está foragido

Inicia a fase de instrução do processo de Oruam por duas tentativas de homicídio contra policiais civis; cantor está foragido desde fevereiro, defesa não localizada

Rapper Oruam. Foto: Bruno Kaiuca
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  • Audiência de instrução marca o início do Tribunal do Júri contra Oruam, por duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis; sessão ocorreu nesta segunda, às 16h, na 3ª Vara Criminal do TJ-RJ; defesa não foi localizada.
  • O rapper está foragido desde fevereiro.
  • O Ministério Público denunciou Oruam e mais três suspeitos por ataque com pedras, lesões, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público durante operação na residência dele, no Joá, zona sudoeste do Rio.
  • A denúncia descreve que sete pedras, pesando entre 130 gramas e 4,85 quilos, foram arremessadas de altura de 4,5 metros, ferindo pelo menos um policial; houve danos aos veículos usados na operação.
  • A acusação diz que, durante o conflito, Oruam afirmou ser filho de Marcinho VP para intimidar os agentes.

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, terá nesta segunda-feira, 11, às 16h, na 3ª Vara Criminal do TJ-RJ, audiência de instrução no processo que o acusa de duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis. O cantor está foragido desde fevereiro.

A defesa não foi localizada até o momento e o espaço permanece aberto para manifestação. A audiência marca o início da fase de instrução do Tribunal do Júri, após remarcação de data prevista anteriormente para março.

Detalhes da denúncia e histórico do caso

Segundo o Ministério Público, Oruam e outros três denunciados teriam atacado com pedras e ameaçado policiais durante operação em frente à residência do rapper, no Joá, zona oeste do Rio. Um policial ficou ferido, atingido por pedradas, e um delegado não sofreu ferimentos.

Durante a ação, o adolescente alvo da busca foi visto saindo da casa acompanhado de um grupo. Os denunciados teriam utilizado ofensas verbais, ameaças e agressões para impedir a atuação policial, segundo o MP-RJ.

Letalidade das agressões e evidências apuradas

A investigação aponta que pedras lançadas tinham peso suficiente para causar lesões graves. A perícia identificou sete pedras, entre 130 gramas e 4,85 kg, arremessadas de uma altura de 4,5 metros. Houve repetição da conduta, mesmo diante da letalidade potencial.

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