- Na madrugada de sábado, no Parque da Redenção, em Porto Alegre, houve agressão com denúncia de homofobia envolvendo vigilantes do local.
- O professor de ballet Cleber Veiga afirma ter sido atacado por vigilantes após um monitor dizer que “não queria mais veado na Redenção”.
- Ele disse ter se defendido com uma pedra e um pedaço de madeira, pois um dos guardas teria sacado arma de choque e spray de pimenta.
- Outros dois seguranças, ligados a um bar da região, teriam se aproximado e participado das agressões.
- Cleber registrou boletim de ocorrência, realizou exame de corpo de delito e pretende ingressar com ação na Justiça para responsabilização.
Na madrugada de sábado, 9, no Parque da Redenção, em Porto Alegre, ocorreu um episódio de agressão que envolve um professor de ballet e vigilantes da região. O motim teria começado após uma frase homofóbica proferida por um dos vigias.
Segundo Cleber Veiga, o conflito escalou quando ele reagiu com uma pedra e um pedaço de madeira, após um guarda sacar arma de choque e spray de pimenta. Outros dois seguranças, ligados a um bar próximo, teriam participado.
A vítima registrou boletim de ocorrência, realizou exame de corpo de delito e pretende acionar a Justiça para responsabilizar os envolvidos. Ele afirma que houve gravação dos vídeos pela própria equipe de vigilância para ocultar a motivação do ataque.
Investigação e próximos passos
Cleber também disse ter acesso às imagens compartilhadas entre os envolvidos, que, segundo ele, reforçam a versão de que houve discriminação. A polícia deve conduzir apuração para apurar as responsabilidades. Autoridades municipais não comentaram o caso até o momento.
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