- Três suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em golpes contra aposentados foram presos no Rio de Janeiro, durante a Operação Estorno.
- O grupo furtou mais de R$ 100 mil de três homens, usando o pretexto de oferecer ajuda em caixas eletrônicos.
- As investigações apontam que o golpe ocorreu principalmente em Angra dos Reis; diligências foram feitas na zona sudoeste do Rio e na Baixada Fluminense.
- Havia divisão de tarefas na quadrilha: abordadores de vítimas e responsáveis pela fuga, com apreensão de veículos de luxo e joias durante as prisões.
- Os suspeitos devem responder por associação criminosa e furto mediante fraude.
O que aconteceu: três suspeitos foram presos no Rio de Janeiro durante a Operação Estorno, órgão disposto a desarticular uma quadrilha que furtou mais de 100 mil reais de aposentados. A ação ocorreu nesta segunda-feira, com diligências em endereços da zona sudoeste e da Baixada Fluminense.
Quem está envolvido e quando: os presos integram um grupo que atuava oferecendo ajuda a idosos em caixas eletrônicos. Os golpes envolviam transferências, saques indevidos e empréstimos fraudulentos em nome das vítimas. A operação já havia sido deflagrada anteriormente, no dia cinco de abril, em Angra dos Reis, onde houve prisão e apreensão de veículo.
Onde ocorreu e por que: as buscas ocorreram na zona sudoeste do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense. Durante a ação, a Polícia Civil apreendeu veículos de luxo, joias e outros materiais que devem auxiliar a investigação. Os três homens responderão por associação criminosa e furto mediante fraude.
Como funcionava o golpe: o grupo ficava próximo a bancos, abordava idosos com a justificativa de oferecer ajuda em caixas eletrônicos e, ao conquistar a confiança, obtinha acesso aos dados bancários para realizar transferências, saques e contratações de empréstimos fraudulentos.
Desdobramentos: a investigação aponta divisão de tarefas dentro da quadrilha, com integrantes responsáveis pela abordagem e outros pela fuga. A Polícia Civil destaca que as vítimas identificadas em Angra dos Reis tiveram prejuízos superiores a 100 mil reais.
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