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Casas afetadas por explosão no Jaguaré permanecem sem prazo de liberação

Casas no Jaguaré permanecem interditadas; vistoria técnica não tem prazo, mas moradores já recebem auxílio emergencial e opções de moradia estão sendo estudadas

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  • Explosão de gás no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, deixou um morto e três feridos na tarde de segunda-feira, dia 11.
  • Ainda não há prazo para liberação dos imóveis afetados; 46 residências passarão por vistoria técnica e moradores só retornam após conclusão do processo.
  • A vistoria classificou casas em cores: amarelo (liberação parcial), laranja (vistoria em andamento) e vermelha (demolição necessária).
  • Auxílio emergencial de 2 mil reais foi anunciado pela Sabesp, com possibilidade de aumento para 5 mil reais e ressarcimento aos que já receberam. Hospedagem em hotéis está sendo providenciada pelas empresas; buscas continuam.
  • O caso está sendo investigado pela perícia, com participação de Sabesp, Comgás, Arsesp, IPT e Corpo de Bombeiros; a área permanece isolada durante as buscas e avaliação dos imóveis danificados.

Casas afetadas por explosão no Jaguaré permanecem sem prazo para liberação, segundo a Defesa Civil. Moradores só poderão retornar após conclusão da vistoria técnica das 46 residências atingidas na região da zona Oeste de São Paulo.

A explosão ocorreu na tarde de segunda-feira (11). A principal hipótese é que o acidente tenha sido causado por obra da Sabesp que perfurou uma tubulação da Comgás, após manutenção no local. Bombeiros atenderam vítimas, e um homem morreu.

A vistoria classifica imóveis em cores: amarelo (liberação parcial), laranja (vistoria em andamento) e vermelha (demolição necessária). O término da perícia ainda não tem prazo definido, segundo o tenente Maxwell Souza, da Defesa Civil.

Auxílios emergenciais e apoio

A Sabesp confirmou repasse inicial de R$ 2 mil por família atingida, com inscrições abertas na noite do dia 11. Houve 194 depósitos via pix, e kits de higiene foram distribuídos com orientações para atendimento à população.

Segundo a Sabesp, o valor pode subir para R$ 5 mil, com moradores que receberam R$ 2 mil sendo ressarcidos. As empresas também custeiam hospedagem temporária enquanto não há retorno aos imóveis.

Perspectivas e continuidade das investigações

Comgás e Sabesp aguardam término da perícia para apurar as causas. Bruno Dalcamo, da Comgás, ressaltou a necessidade de cuidado com as pessoas e informou que ainda não há definição sobre responsabilidades.

As buscas por possíveis moradores presos sob escombros prosseguem, com apoio de Defesa Civil, Arsesp, IPT e Corpo de Bombeiros. A área permanece isolada para segurança pública enquanto as perícias avançam.

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