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Cavalo de estimação Flecha é furtado em Itapoã

Cavalo de estimação de dois anos é furtado em Itapoã; Polícia Civil do Distrito Federal investiga após arame farpado cortado, família procura pelo animal sem pistas

Letícia Lenon afirma que Flecha é conhecido na região por ser o único cavalo preto da área - (crédito: Cedido ao Correio )
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  • Cavalo de estimação chamado Flecha, de 2 anos, desapareceu no Itapoã, Distrito Federal, com o arame do cercado cortado ao ser encontrado pela tutora após o sumiço ter sido percebido em 8 de maio.
  • O boletim de ocorrência foi registrado na 6ª Delegacia de Polícia Civil do DF, em Paranoá, no dia 11 de maio.
  • A família já havia sido invadida anteriormente na chácara, em janeiro, e recebeu ligação anônima prometendo furtar o animal.
  • Famílias chegou a contratar drone para sobrevoar a região, mas não encontrou pistas; animais de referência e buscas na área de mata não localizaram Flecha.
  • Quem tiver informações pode ligar para Letícia, (61) 99437-1206, ou para Joaquim, (61) 99253-1793, ou buscar auxílio via Instagram @Lennonleticia.

Um cavalo de estimação foi furtado em uma região de chácaras no Itapoã, Distrito Federal. O potro de 2 anos, chamado Flecha, estava desaparecido desde 6 de maio e a família só percebeu o sumiço na sexta-feira, 8 de maio. A ocorrência está sendo apurada pela Polícia Civil do DF.

A Tutora Letícia Lenon, de 23 anos, trabalha com agricultura familiar na CONAB e registrou boletim na 6ª Delegacia de Polícia Civil do DF, no Paranoá, na última quinta (11/5). Ao retornar à chácara, ela verificou o cercado com arame farpado cortado, o que reforçou a suspeita de furto.

A família já havia sido invadida anteriormente. Em janeiro, cerca de 20 pessoas teriam entrado na chácara. Após esse episódio, foi recebida uma ligação anônima informando sobre o furto iminente do animal. Flecha está ligado à tutora por forte vínculo afetivo.

Buscas foram realizadas por dois dias pela região. Letícia contratou um drone para sobrevoar o Itapoã, mas não houve pistas sobre o paradeiro do potro. A tortura alegada de cavalos de trabalho também é mencionada pela família como motivo de preocupação.

A família buscou apoio na Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e no Hospital Veterinário da UnB, sem encontrar informações sobre Flecha até o momento. O caso permanece em investigação pela Polícia Civil.

Contato e mobilização

  • Letícia: (61) 99437-1206
  • Joaquim, pai de Letícia: (61) 99253-1793

Quem tiver informações pode ajudar pelas redes sociais no perfil @Lennonleticia.

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