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Corregedoria investiga registro de lesão após cabeleireiro ser esfaqueado em SP

Corregedoria apura registro de lesão em esfaqueamento de cabeleireiro por cliente; defesa aponta tentativa de homicídio e possível homofobia

O ataque foi motivado pela insatisfação da cliente com um procedimento capilar realizado aproximadamente 30 dias antes do ocorrido
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  • A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo abriu um procedimento para apurar o registro do caso de esfaqueamento de um cabeleireiro em um salão na Barra Funda, zona oeste da capital.
  • O registro inicial foi de lesão corporal, mas a defesa de Eduardo Ferrari sustenta que houve tentativa de homicídio e crime de homofobia.
  • O ataque aconteceu na terça-feira, cinco, quando a cliente retornou ao salão para exigir devolução de valores e golpeou o profissional pelas costas.
  • Eduardo Ferrari recebeu atendimento médico, está fora de risco e apresenta abalo emocional.
  • O caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim); as defesas ainda não responderam, e a investigação pode receber reclassificação conforme novas provas.

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo abriu um procedimento para apurar o registro do caso em que uma cliente esfaqueou um cabeleireiro em um salão na Barra Funda, zona Oeste de São Paulo, na semana passada. Inicialmente, o registro foi feito como lesão corporal.

Defesa de Eduardo Ferrari sustenta que houve tentativa de homicídio e menção a possível crime de homofobia, segundo notas da equipe jurídica. O caso envolve também a advogada Quecia Montino, segunda parte da representação.

A ocorrência ocorreu na terça-feira, 5, após Laís Gabriela Barbosa da Cunha retornar ao salão para exigir a devolução de valores pelo serviço supostamente insatisfatório. O desfecho foi a facada nas costas do profissional.

Funcionários e seguranças contiveram a autora até a chegada da Polícia Militar. O cabeleireiro recebeu atendimento médico e não corre risco de morte, mas permanece abalado emocionalmente.

Eduardo Ferrari e a defesa prestaram depoimento na sede da Corregedoria na segunda-feira, 11. A Polícia Civil informou que a tipificação pode ser reavaliada à luz de novas provas e depoimentos.

A corporação ressaltou que não há prejuízo ao trabalho das autoridades durante a apuração e que o caso foi encaminhado ao Jecrim. A defesa da vítima não respondeu até o momento. O espaço permanece aberto para novas informações.

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