- O estrogonofe da memória afetiva da chef Janaína Torres atravessa gerações, indo de casa para a cozinha profissional.
- A receita apresenta carne em tiras, creme de leite, mostarda, conhaque, páprica, champignon e molho inglês, com cebola e azeite como base.
- O prato ganhou projeção no Bar da Dona Onça, em São Paulo, comandado pela chef, e entrou na pauta do Guia Michelin em 2026.
- O preparo foca em camadas de sabor simples: refogar cebola e carne, flambar, adicionar temperos, creme de leite e champignon, reduzindo até ficar encorpado.
- A história destaca que pratos cotidianos bem executados podem figurar entre referências da gastronomia, mantendo o estrogonofe como símbolo de memória e identidade brasileiras.
O estrogonofe feito em casa ganhou destaque ao ser citado pelo Guia Michelin, ao constar entre opções que valorizam a tradição brasileira. A receita em foco envolve uma versão cremosa, de sabor marcante, associada à memória afetiva de família e à técnica presente nos restaurantes reconhecidos pela Michelin.
A história começa na casa da chef Janaína Torres, cuja mãe, Rejane Rodas, ensinou o prato como símbolo de cuidado em festas e encontros. Ao longo dos anos, esse preparo transmitiu lembranças e reforçou a identidade da cozinheira, que levou a receita para a prática profissional.
A ligação com o Bar da Dona Onça, em São Paulo, também aparece na caminhada do prato. O espaço, dirigido por Janaína Torres, foi destaque em 2026 na lista de estabelecimentos reconhecidos pela Michelin, evidenciando o papel de receitas do cotidiano brasileiro na alta gastronomia.
Ingredientes essenciais
- 300 g de filé em tiras
- 2 colheres de cebola picada
- 2 colheres de azeite extravirgem
- 200 ml de creme de leite fresco
- 60 g de champignon
- 20 g de mostarda
- 2 colheres de conhaque
- 10 g de páprica doce
- 2 colheres de molho inglês
- Sal e pimenta a gosto
Passo a passo
O segredo está em camadas de sabor simples. Refogue cebola no azeite, adicione a carne e doure. Flambe com o conhaque. Junte páprica, mostarda, molho inglês, creme de leite e champignon. Reduza até encorpar e sirva com arroz branco e acompanhamentos.
Sobre o Bar da Dona Onça
O restaurante de Janaína Torres consolidou-se como referência de memória afetiva na cozinha brasileira. Em 2026, esteve entre os indicados pela Michelin, reforçando que pratos do cotidiano bem executados podem figurar entre as mais respeitadas casas do país.
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