- Workshop Multidisciplinar Ressonâncias Coloniais ocorre nos dias 14, 15 e 16 de maio na USP, com atividades na Cátedra Jaime Cortesão (FFLCH) e no Museu de Arte Contemporânea (MAC); entrada gratuita.
- Pesquisadores do Brasil e do exterior analisarão o papel da música na evangelização e expansão imperial portuguesa na América no início da era moderna.
- No dia 14, na Cátedra Jaime Cortesão, ocorrem as sessões Abordando o Chorus Brasilicus e (Des)encontros no Teatro e na Festa, com moderação de Iris Kantor e Lisa Voigt.
- No dia 15, no MAC, acontecem as sessões (Des)encontros Tupis-Jesuítas I e II, seguidas de Encontros Musicais com músicos do Brasil e de Portugal, incluindo Ivan Vilela.
- No dia 16, às 15 horas, haverá concerto no MAC com instrumentos de época, apresentando Chorus Brasilicus e Que He o Que Vejo, em versão do cancioneiro renascentista.
O Chorus Brasilicus, uma canção em tupi antigo apresentada em 1619 na entrada do rei Felipe III, será analisada em um workshop na USP. O evento ocorre nos dias 14, 15 e 16, reunindo pesquisadores de Brasil, EUA e Portugal, ligados a música, história, literatura e linguística.
O Workshop Multidisciplinar Ressonâncias Coloniais acontece na Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH e no MAC da USP. Segundo os organizadores, o objetivo é entender o papel da música na evangelização e na expansão imperial portuguesa na América, no início da era moderna. A entrada é gratuita.
Programação
No dia 14, às 10h30, ocorre a sessão Abordando o Chorus Brasilicus, com pesquisadores da USP e Yale. Às 14h, a sessão Desencontros no Teatro e na Festa discute aspectos pluriculturais da vida festiva entre os séculos 16 e 18, com moderação de Alessandra Kantor.
No dia 15, as atividades são no MAC. Às 10h30 estreia Desencontros Tupis-Jesuítas I, com moderação de pesquisadora da Yale. Às 13h30 ocorre Desencontros Tupis-Jesuítas II, com o moderador americano. Encontros Musicais, às 15h30, recebe músicos do Brasil e de Portugal, incluindo Ivan Vilela.
No último dia, 16, haverá um concerto às 15h, também no MAC. Instrumentos de época serão usados para executar o Chorus Brasilicus e Que He o Que Vejo, oferecendo versões variadas das cantigas. A curadoria é das professoras Iris Kantor, Lisa Voigt e Ana More.
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