- Air de Paris fechará as portas e declarará falência após 36 anos de atuação, segundo os cofundadores à Cultured.
- A galeria afirma que deve dinheiro apenas ao proprietário e ao banco, não aos artistas, citando finanças frágeis e problemas de saúde dos fundadores (DPOC para Bonnefous; Mennino com problemas de saúde não especificados).
- A despedida ocorre com a exposição de encerramento “Oh What a Time”, que celebra artistas com quem colaborou e reconhece a atuação de dealers que impulsionaram nomes hoje renomados.
- Bonnefous disse que o fechamento é resultado de razões diversas e de querer agir de forma diferente, além de se distanciar do modelo atual do mercado de arte.
- A curadoria continuará a ser exercida por Bonnefous, que manterá os acervos de alguns artistas; a galeria foi criada em Nice em 1990, teve sede em Paris desde 1994 e passa a operar em Romainville desde 2019, já tendo participado de grandes feiras como Art Basel e FIAC.
Air de Paris, galeria de destaque na França, anunciará fechamento e falência após 36 anos, segundo seus cofundadores à Cultured. A decisão envolve finanças frágeis e questões de saúde dos dois sócios.
Bonnefous afirma que a galeria deve dinheiro apenas ao proprietário e ao banco, não aos artistas, e que o encerramento decorre de um conjunto de fatores. Ela acrescenta que resistiram por muito tempo.
A mostra de despedida, intitulada Oh What a Time, reúne artistas que passaram pela galeria, incluindo nomes em seu programa histórico. A ideia é marcar o encerramento com um panorama de relações estabelecidas ao longo dos anos.
Contexto e Histórico
Fundada em 1990 em Nice, Air de Paris mudou para Paris em 1994 e passou a operar desde 2019 na região de Romainville. A galeria participou de feiras de destaque como Art Basel e FIAC.
No ano passado, a galeria ganhou notoriedade ao abandonar, de forma contundente, a edição suíça da Art Basel 2025, protestando contra mudanças no formato da feira e criticando o modelo corporativo do mercado.
Bonnefous afirma que continuará cuidando das obras de alguns artistas cujas heranças mantém, além de seguir atuando como curadora. A decisão não altera esse compromisso pós-fechamento.
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