- Maíra Cardi participou do podcast Papo Íntimo e relatou abusos sofridos na juventude, incluindo estupro aos 19 anos e um período em que esteve em cativeiro.
- Ela afirmou ter procurado proteção policial na época, mas se sentiu desamparada, citando o delegado que disse que “briga de marido e mulher não se mete a colher”.
- Cerca de vinte e cinco anos atrás, diante do risco, deixou São Paulo e se mudou para o Mato Grosso, orientada por pessoas próximas, o que a levou a desenvolver autodefesa e independência.
- A influenciadora também relatou abusos no ambiente de trabalho, descrevendo um ex-chefe de uma emissora que punha as mãos no peito de funcionárias na presença de colegas, em atitude que, segundo ela, era normalizada no meio.
- Cardi disse que, apesar do silêncio por anos, hoje é vital falar sobre o tema e reconhecer o ganho de espaço das mulheres para se expressarem.
Maíra Cardi abriu o jogo em participação no podcast Papo Íntimo, revelando passagens traumáticas de sua juventude. Ela relatou ter passado por um relacionamento abusivo aos 19 anos e enfrentou crimes graves durante esse período, destacando a gravidade da violência vivida. A influenciadora afirma ter buscado proteção oficial, mas sentiu falha no atendimento da segurança pública.
Segundo a apresentação pública, a busca por ajuda ocorreu há cerca de 25 anos, em um cenário anterior aos debates atuais sobre violência contra a mulher. Por orientação de pessoas próximas, mudou-se de São Paulo para o Mato Grosso, isolando-se para preservar a própria integridade. O episódio foi apontado como ponto decisivo para a adoção de medidas de autodefesa.
Contexto de ambiente profissional
Maíra relatou ainda situações de abuso que presenciou ou vivenciou no ambiente de trabalho, envolvendo um ex-chefe de emissora de TV. Segundo ela, atitudes invasivas eram comuns, ocorrendo na presença de colegas. A empresária afirma que tentou estabelecer limites, mas foi desacreditada e tratada de maneira desrespeitosa pelo agressor. Ela encerra destacando a importância de falar sobre esses temas e de reconhecer a voz das mulheres hoje.
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