- A restauração do chafariz que abriga a fonte “Afluentes do Guaíba”, monumento público mais antigo de Porto Alegre (datado de 1866), começou nesta semana no Jardim do Dmae.
- O conjunto é composto por quatro estátuas de mármore de Carrara — dois Netunos e duas Ninfas — que representam os rios Jacuí, Gravataí, Caí e dos Sinos, elaborado pelo italiano José Obino.
- O processo inclui esvaziamento da bacia, tratamento de fissuras e limpeza profunda do sistema, ações que não recebiam intervenções desde 2023, com aplicação de materiais de alta resistência à água e impermeabilização.
- Também haverá modernização mecânica: será instalado um novo motor para ampliar os períodos de funcionamento da fonte, sem comprometer a conservação das peças.
- A previsão é de conclusão dos trabalhos até o próximo final de semana, mantendo o acesso gratuito ao público, das 8h às 18h, no espaço reconhecido como um dos principais pontos culturais da região.
O chafariz que abriga a fonte Afluentes do Guaíba, considerado o monumento público mais antigo de Porto Alegre, iniciou processo de restauração. Datada de 1866, a obra é formada por quatro estátuas em mármore de Carrara — dois Netunos e duas Ninfas — que simbolizam os rios Jacuí, Gravataí, Caí e dos Sinos, idealizadas pelo italiano José Obino.
O restauro começou com o esvaziamento da bacia e diagnóstico de fissuras, além da limpeza profunda do conjunto, que não recebia intervenções desde 2023. Técnicos utilizam materiais de alta resistência à água e trabalham na impermeabilização para ampliar a longevidade das peças.
Ainda na parte mecânica, a revitalização prevê a instalação de um novo motor para manter a circulação da água por períodos mais longos, sem comprometer a conservação das estátuas. O cronograma indica conclusão até o próximo final de semana.
Atualmente instalada no Jardim do Dmae, a fonte é atração cultural da região. O espaço funciona diariamente, das 8h às 18h, com acesso gratuito e regras de preservação definidas pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos.
Detalhes do conjunto histórico
O conjunto representa a formação hídrica da região metropolitana e já ocupou, anteriormente, a Praça da Matriz antes de alcançar o Jardim do Dmae. A revitalização busca manter o valor histórico e a estética clássica do monumento.
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