- Quatro pessoas foram presas em Goiás na Operação Aurum, suspeitas de participação no furto de joias avaliadas em R$ 500 mil em um shopping de Goiânia.
- O grupo é conhecido como os “Piratas do Shopping” e o objetivo da ação é desarticular essa organização criminosa especializada nesse tipo de crime.
- Foram cumpridos cinco mandados de prisão e seis de busca e apreensão no município de Santo Antônio do Descoberto.
- O furto ocorreu durante o carnaval, quando um homem invadiu a joalheria por um túnel na parede de uma loja vizinha, ficou cerca de 12 horas no local e fugiu com a mochila e a sacola cheias de joias, mudando de cidade após o crime.
- A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer todos os detalhes, identificar outros envolvidos e responsabilizar os integrantes da associação criminosa.
Quatro pessoas foram presas nesta terça-feira (12) após suspeita de envolvimento em furto de joias avaliadas em 500 mil reais em um shopping de Goiânia, capital de Goiás. A ação ocorreu durante a Operação Aurum, deflagrada pela Polícia Civil para desarticular um grupo especializado nesse tipo de crime conhecido como os “Piratas do Shopping”. Ao todo, a operação cumpriu cinco mandados de prisão e seis de busca e apreensão em Santo Antônio do Descoberto.
A investigação teve início no Carnaval, quando um homem invadiu a joalheria pelo buraco aberto na parede de uma loja vizinha. O suspeito permaneceu dentro do local por cerca de 12 horas, saiu com uma sacola e fugiu, chegando a mudar de cidade. O crime foi registrado pelas câmeras de segurança, que mostraram a entrada com uma mochila e a saída com uma sacola.
A Polícia Civil informa que as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do furto, identificar outros envolvidos e responsabilizar integralmente os membros da associação criminosa. As apurações buscam mapear a estrutura do grupo e possíveis participação de novos suspeitos em Goiânia e regiões próximas.
Detalhes da operação
As diligências tiveram como cenário Santo Antônio do Descoberto, município da Região Metropolitana de Goiânia. A polícia não informou os nomes dos presos nem os crimes específicos imputados a cada um, citando apenas o envolvimento com o furto e a composição da organização.
A ação contou com depoimentos de testemunhas, análise de imagens de câmeras e cruzamento de informações entre equipes da Polícia Civil. A investigação permanece em andamento para confirmar a rede de envolvementos, apurar origens das joias e eventual retorno de bens ao comércio.
Entre na conversa da comunidade