- Adolescente de 15 anos foi assassinada pelo padrasto em Garruchos, no Rio Grande do Sul, neste domingo, 10 de maio.
- O padrasto ateou fogo na casa de cerca de 50 metros quadrados para tentar ocultar o cadáver, e a residência ficou tomada pelas chamas.
- O suspeito morava com a enteada e mais três filhos; antes do crime, ele retirou os outros filhos da casa. A polícia aponta vingança contra a companheira como motivação.
- Após o crime, o padrasto roubou um carro da prefeitura e fugiu para a fronteira com a Argentina; foi detido em um posto de gasolina em São Borja e preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal.
- A investigação avalia a possibilidade de premeditação e busca esclarecer qual instrumento foi usado para o homicídio. A mãe da adolescente não estava no local no dia do fato.
Um menino de 15 anos foi assassinada pelo padrasto e o imóvel foi incendiado para ocultar o cadáver, em Garruchos, Rio Grande do Sul, neste domingo (10/5). A localidade fica na fronteira com o Uruguai, conforme apuração da Polícia Civil.
Segundo a Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS), o crime ocorreu para vingar a companheira do suspeito, com quem ele vivia e já estava em processo de separação. O homem acreditava que a mulher mantinha relacionamento com outra pessoa.
O fogo atingiu uma casa de cerca de 50 m², que ficou completamente tomada pelas chamas. Bombeiros conseguiram controlar o incêndio e localizaram a autora do crime carbonizada no interior do imóvel.
De acordo com o delegado Anderson Diego Petenon, o padrasto morava com a enteada e mais três filhos dele no mesmo lar. Antes do crime, ele retirou os outros filhos da residência, deixando apenas a adolescente.
Após cometer o assassinato, o suspeito roubou um carro da prefeitura e fugiu em direção à fronteira com a Argentina. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) o prendeu em flagrante em um posto de gasolina em São Borja.
A investigação aponta possível premeditação, com a retirada dos outros menores da casa antes do ato. O suspeito informou à polícia ter matado a enteada antes de provocar o incêndio; ainda não se sabe qual instrumento foi utilizado. A PCRS segue com as apurações.
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