- Quatro investigadores da Polícia Civil foram alvo de uma operação da Corregedoria na manhã desta terça-feira (12/5), sob suspeita de extorsão envolvendo Fábio Oliveira Silva, ligado ao sequestro da mãe de Robinho em 2004.
- Segundo a apuração, Fábio, que estaria envolvido com o tráfico de drogas, procurou espontaneamente a Corregedoria para denunciar abordagem ocorrida no dia 2 de abril.
- O grupo de homens que se identificou como policiais civis teria levado Fábio à Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Carapicuíba, na Região Metropolitana de São Paulo, onde o ameaçaram de prisão caso não pagasse.
- Durante o suposto pagamento, o apoio à extorsão seria de até R$ 1 milhão, conforme relato de Fábio.
- O caso reabre as recordações do sequestro de Marina da Silva Souza, mãe do ex-jogador Robinho, mantida em cativeiro por cerca de 41 dias em 2004, com resgate de aproximadamente R$ 200 mil.
Quatro investigadores da Polícia Civil foram alvo de uma operação da Corregedoria na manhã desta terça-feira (12/5). Eles são suspeitos de extorquir Fábio Oliveira Silva, ligado ao caso de Marina da Silva Souza, mãe do ex-jogador Robinho, sequestrada em 2004.
Segundo apuração, Fábio, que hoje estaria envolvido com o tráfico de drogas, procurou a Corregedoria para denunciar a abordagem ocorrida no dia 2 de abril. Ele afirma que homens se identificaram como policiais civis e entraram em sua casa sem mandado.
A denúncia envolve extorsão praticada por agentes
De acordo com os relatos, o grupo levou Fábio até a sede da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) de Carapicuíba, Região Metropolitana de São Paulo, e o manteve sob ameaça de prisão caso não aceitasse pagar R$ 1 milhão.
O histórico caso do sequestro de Marina da Silva Souza voltou a ganhar atenção. Em 2004, ela foi mantida em cativeiro por cerca de 41 dias, na região norte de São Paulo, até a liberação após pagamento de aproximadamente R$ 200 mil.
Na época, Robinho atuava pelo Santos e recebeu a notícia durante partida em Criciúma. O atacante, orientado por Vanderlei Luxemburgo, decidiu não entrar em campo, e o Santos acabou empatando em 1×1, perdendo a liderança do Brasileirão. Fontes policiais ainda não divulgaram novos detalhes sobre o andamento da investigação.
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