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Promotores pedem arquivamento de investigação sobre morte de cão no Caso Orelha

Ministério Público de Santa Catarina pede arquivamento da investigação sobre a morte do cão Orelha; caso tramita em sigilo na Justiça

BARBARIDADE - O cão comunitário da Praia Brava (SC): agonizando embaixo de um carro após uma brutal agressão
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  • Promotores do Ministério Público de Santa Catarina pediram o arquivamento da investigação da morte do cão Orelha, ocorrido em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis.
  • O parecer, com 170 páginas, foi entregue ao Tribunal de Justiça na última sexta-feira, 8, e os motivos do arquivamento permanecem sob sigilo na Vara da Infância e Juventude.
  • O MP-SC já havia solicitado novas apurações à Polícia Civil, cobrando investigações complementares desde fevereiro; ao todo, oito adolescentes chegaram a ser investigados.
  • Orelha recebeu atendimento veterinário após ser encontrado agonizando na areia, mas não resistiu aos ferimentos, cuja gravidade incluiu lesões na cabeça e no olho esquerdo.
  • Laudo da Polícia Científica não identificou fraturas ou lesões no esqueleto que comprovassem ação humana, mantendo o conteúdo técnico sob sigilo.

Três integrantes do Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) apresentaram parecer contra o prosseguimento das investigações da Polícia Civil no caso da morte do cão Orelha, ocorrida em janeiro na Praia Brava, em Florianópolis. O parecer indica arquivamento do assunto, sob sigilo, sem indicar suspeitos.

O documento, com 170 páginas, foi entregue ao Tribunal de Justiça na última sexta-feira, 8, e aguarda decisão da magistrada responsável. O conteúdo não foi divulgado publicamente; os motivos permanecem sob segredo na Vara da Infância e Juventude.

O pedido de arquivamento sucede a solicitações anteriores do MP-SC por novas apurações. Ao longo do processo, oito adolescentes foram investigados. O acidente ocorreu quando Orelha foi encontrado agonizando na areia; o cão recebeu atendimento veterinário, mas não resistiu. A Polícia Civil havia sugerido a internação de um adolescente suspeito, contudo laudo da Polícia Científica não identificou fraturas ou lesões ósseas que comprovassem ação humana.

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