- A Justiça do Rio decidiu que os acusados pela morte do galerista americano Brent Sikkema vão a júri popular.
- O crime ocorreu em janeiro de 2024, no Jardim Botânico, e a vítima foi assassinada a facadas dentro de casa.
- Alejandro Triana Prevez, cubano, responde por homicídio qualificado por motivo torpe, mediante recompensa, por motivo fútil, com meio cruel e com resistência da vítima, além de furto qualificado; há agravante de crime contra pessoa maior de sessenta anos.
- A promotoria sustenta que a morte foi encomendada pelo companheiro de Brent, Daniel Sikkema, em troca de US$ 200 mil; Daniel também é réu por homicídio qualificado.
- O processo tramita na 3ª Vara Criminal da Capital; segundo a denúncia, Alejandro viajou ao Brasil com apoio financeiro de Daniel e teve acesso à residência com chaves fornecidas por ele.
A Justiça do Rio decidiu que os acusados pela morte do galerista americano Brent Sikkema vão a júri popular. O crime ocorreu em janeiro de 2024, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro, e teriam sido motivados por disputas patrimoniais na separação do casal envolvido.
Alejandro Triana Prevez, cubano indicado como autor, responde por homicídio qualificado com várias qualificadoras, além de furto qualificado durante o repouso noturno e agravante por ser crime contra pessoa com mais de 60 anos. A promotoria aponta que houve promessa de recompensa e uso de meio cruel.
Daniel Sikkema, companheiro de Brent, é réu por homicídio qualificado e é acusado de ter encomendado o crime em troca de cerca de 200 mil dólares. Segundo a denúncia, ele comandou as ações a partir de coordenadas fornecidas a Alejandro, que viajou ao Brasil e contou com apoio financeiro do réu.
O Ministério Público detalha que Alejandro acessou a residência da vítima com chaves fornecidas por Daniel, entrando no imóvel e desferindo golpes com uma faca. A motivação apontada envolve disputas patrimoniais decorrentes da separação entre Brent e Daniel.
O processo tramita na 3ª Vara Criminal da Capital. O caso ressalta a participação de Daniel na organização do crime e a atuação de Alejandro como executor, conforme a acusação apresentada ao Judiciário.
Entre na conversa da comunidade