- Mark Ruffalo afirma, em parceria com Matt Stoller, que artistas de Hollywood não assinaram a carta contra a fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery por medo de represálias.
- A carta aberta já tem mais de quatro mil assinaturas, mas muitos apoiaram o movimento apenas em privado por receio de consequências profissionais.
- O artigo do The New York Times aponta que o medo de se manifestar é considerado o principal fator por trás do silêncio de parte da indústria.
- São citados casos de retaliação, como a suposta perda de publicidade da Paramount com o The Ankler após participação em evento ligado à campanha contrária à fusão.
- Ruffalo diz ter sido considerado para debate na CNN sobre o tema, mas a emissora teria recusado por o canal ser controlado pela Warner Bros. Discovery.
Mark Ruffalo comentou que artistas de Hollywood não assinaram a carta aberta contra a fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery por medo de represálias na indústria. O comentário foi feito em um artigo do New York Times, escrito em parceria com Matt Stoller.
Segundo o texto, a carta já reúne mais de 4 mil assinaturas de profissionais do cinema e da televisão, iniciada em abril. Parte de quem apoia privatamente o movimento recusou o apoio público por receio de consequências profissionais.
Ruffalo e Stoller destacam que o silêncio de parte da indústria revela um clima de intimidação. O artigo cita casos de supostas retaliações ligadas ao debate sobre a fusão, envolvendo veículos de mídia e participação de figuras públicas.
A carta contrária à fusão afirma que a operação reduziria a concorrência no setor audiovisual, prejudicaria criadores e empregos, e concentraria poder em poucas empresas norte-americanas. A publicação é baseada em relatos de fontes anônimas e documentos públicos.
Contexto e repercussões
A notícia aponta que a fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery é objeto de resistência de parte da indústria. O movimento sustentado argumenta riscos à diversidade de conteúdos e à competição no mercado.
Entre os casos citados, há menção a alega- das retaliações envolvendo veículos de mídia e pressões sobre profissionais que participariam de debates públicos sobre o acordo. As informações vêm de fontes citadas pela matéria.
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