- O Sul do Brasil registrou temperaturas negativas desde o fim de semana, com São Joaquim, em Santa Catarina, atingindo até 4,7 graus negativos.
- Em Santa Catarina, vinte e cinco municípios tiveram temperaturas negativas nesta terça-feira, e o gelo chegou a telhados de casas.
- Florianópolis registrou 6,5 graus e atraiu visitantes ao Mercado Público Municipal em meio ao frio.
- O governo de Santa Catarina orientou a abertura de abrigos emergenciais nas cidades, com pelo menos cinco já oferecendo espaço, refeições, colchões, cobertores e itens de higiene.
- Em Guarapuava, no Paraná, houve formação de gelo na área rural; turistas do Acre também foram surpreendidos pelo frio.
Os três estados do Sul registraram temperaturas negativas desde o fim de semana, com amanheceres de áreas cobertas por gelo. Gramados congelados e telhados de casas frios foram constatados em várias cidades.
Em São Joaquim (SC), na serra, os termômetros chegaram a 4,7 °C negativos, e houve registro de congelamento de telhados. A Defesa Civil informou 25 municípios com temperaturas negativas nesta terça (12).
Em Florianópolis, a temperatura ficou em 6,5 °C, levando moradores a buscar aquecedores no Mercado Público Municipal. A cidade registrou um dia de frio intenso para a região.
Os governos estaduais orientaram medidas para enfrentar as baixas temperaturas. Em Santa Catarina, a recomendação foi avaliar a abertura de abrigos emergenciais.
Até o momento, cinco cidades em SC já disponibilizam abrigos com refeições, colchões, cobertores e itens de higiene pessoal. A ação busca atender moradores e turistas expostos ao frio.
Em Guarapuava (PR), a camada de gelo alterou a paisagem rural. O estado, junto com SC, segue com registros de temperaturas negativas na região sul.
Os turistas do Acre se surpreenderam com o frio; a sequência de dias frios levou autoridades a monitorar recursos e serviços para a população.
Abrigos emergenciais
- Espaços devem oferecer refeições, colchões, cobertores e itens de higiene.
- Ações visam atender moradores e pessoas em situação de vulnerabilidade.
- Cinco cidades catarinenses já disponibilizam estrutura de acolhimento.
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