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22 vinhos de Bordeaux maduros para beber agora

Bordeaux em alta: safras que já bebem bem, de 2012 a 2019 e brancos, mostram que nem todo en primeur é futuro e incentivam consumo imediato

statue in front of Haut-Bailly
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  • Enquanto os 2025 vão ao en primeur, há vinhos de safras passadas que já podem ser bebidos agora, incluindo brancos de Bordeaux com boa relação custo-benefício.
  • A safra de 2012 é descrita como elegante, equilibrada e aromática, com o Château Brane-Cantenac em destaque e o Château Cos d’Estournel ainda com potencial de evolução.
  • Os 2017, atingidos pela geada, são considerados charmosa e suculentos, prontos para consumo.
  • Alguns 2015 vêm surpreendendo pela abertura, com rótulos como Château Giscours e Château Clerc Milon; Château Montrose é apontado como mais acessível à bebida agora.
  • A safra de 2019 já mostra acesso e qualidade em alguns vinhos; não se deve esquecer do branco de Bordeaux, com exemplos como Smith Haut Lafitte Blanc (2021) e Le Petit Smith Haut Lafitte (2023).

Amid en primeur, vale revisitar safras de Bordeaux que já impressionam no momento. Mesmo com o burburinho das novas vinhas, há rótulos que bebem bem agora e justificam considerar investimentos para 2025.

A safra de 2012, inicialmente subestimada, revela vinhos elegantes, equilibrados e aromáticos. Brane-Cantenac se destacou em degustações recentes, com estilo clássico, enquanto Cos d’Estournel parece mais jovem em sua estrutura.

As safras de 2017, atingidas pela geada, também revelam vinosidade feliz e suculenta. Entre surpresas, os tintos de 2015 mostram mais abertura, com exemplos como Giscours e Clerc Milon. Montrose se destaca pela evolução mais ampla.

A safra de 2019, por sua vez, mostra acessibilidade ainda precoce em muitos exemplares. Branca e dourada, a briga entre brancos de Bordeaux ganha espaço, com brancos de Pessac-Léognan recebendo atenção pela relação qualidade/preço.

Destaques brancos e tintos em evidência

Casos relevantes incluem Smith Haut Lafitte em branco, com textura cremosa e acidez vibrante; Lafite Rothschild 2004 em Pauillac, já aberto e pronto para beber. Entre tintos, Ducru-Beaucaillou 2017 e Montrose 2015 merecem menção pela evolução.

Preços e disponibilidade variam, mas a tendência aponta envelhecimento promissor para brancos de Bordeaux, além de tintos com potencial de guarda. Consumidores ganham opções para consumo imediato ou investimento moderado.

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