- Painel no São Paulo Innovation Week discutiu os impactos da exposição constante e da cobrança por alta performance na saúde mental de empreendedores e criadores digitais.
- Participaram Marcia Borges (gestora de carreiras da NextGen), Phillipe Angeli (fundador da NextGen), Antonela Braga (sócia da Ticky) e Manuela Cit (empresária da Guda).
- Temas abordados: limites entre sucesso e esgotamento, estratégias de equilíbrio e o futuro de uma geração que precisa crescer sem colapsar.
- Sobre crises e haters, destaque para a importância da autenticidade, o papel da agência em tornar a vida do talento mais leve e estratégias de saúde mental, com foco na terapia e na distância de mensagens negativas.
Em meio a um cenário em que visibilidade é moeda, empreendedores e criadores digitais enfrentam pressão por resultados e presença constante. Um painel no São Paulo Innovation Week discutiu impactos da exposição e da alta performance, além de estratégias de equilíbrio.
Com especialistas e protagonistas do ecossistema, o debate explorou limites entre sucesso e esgotamento, a construção de identidade pública e o futuro de uma geração que precisa crescer sem colapsar. Participaram nomes ligados ao manejo de talentos e marcas.
O evento destacou a busca por práticas saudáveis e sustentáveis para quem vive da internet, enfatizando a necessidade de realismo sobre a vida online e o papel de bastidores na gestão de carreiras.
Participantes
- Marcia Borges, gestora de carreiras, NextGen
- Phillipe Angeli, fundador, NextGen
- Antonela Braga, sócia, Ticky
- Manuela Cit, empresária e influenciadora, Guda
Como gerenciar crises nessa área
Marcia Borges destacou prioridades ao orientar talentos, enfatizando originalidade. A especialista afirma que a internet é uma fatia da vida, não o todo, e que marcas buscam personalidade nos projetos de parceiros.
A gestão de carreira, segundo ela, envolve construir trajetórias baseadas no que a pessoa gosta, sem fingimento. Construir personas para a internet não é a prática da equipe.
Phillipe Angeli explicou que a função da agência é facilitar a vida dos influenciadores, filtrando conteúdos para manter qualidade e reduzir pressão. O objetivo é tornar a rotina mais leve.
Manu Cit reforçou a relação ganha-ganha entre marca e criador. A influenciadora acredita que é possível chegar a um acordo justo sem perdas para qualquer lado do contrato.
Estratégias para lidar com haters
Antonela Braga mencionou uma experiência com haters e adotou a estratégia de não ligar. Ela diz que bloquear não resolve e que a vida continua sem o uso do telefone.
Manu Cit, por sua vez, disse que prioriza a saúde mental e busca terapia regularmente. Ela aponta que a atuação como influenciadora pode expor pessoas a ataques constantes.
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