- Jornalistas do Fantástico participaram de uma entrevista ao vivo com doze pessoas com TEA no palco do São Paulo Innovation Week, na tarde de quarta-feira, 13, em parceria com o Estadão e a Base Eventos.
- O quadro Pode Perguntar? teve mediação da psiquiatra Daniela Bordini, que solicitou aplausos em libras e silêncio para respeitar a sensibilidade auditiva do público.
- Maju Coutinho revelou lembranças de cenas de ação gravadas no programa e comentou falhas de uma ideia de apresentar o conteúdo na Lua, que não chegou a sair.
- Poliana Abritta destacou que as novas tecnologias ajudam o Fantástico a alcançar mais pessoas, em diferentes formatos, inclusive streaming e TV aberta.
- Renata Ceribelli e Sônia Bridi falaram sobre mudanças no jornalismo, incluindo a velocidade da informação e experiências diversas, como visitas a muitos países e à Antártica.
Jornalistas do Fantástico, da TV Globo, levaram o quadro Pode Perguntar? ao palco do São Paulo Innovation Week, nesta quarta-feira, 13. A entrevista ocorreu no festival de tecnologia no Pacaembu e na Faap, com a participação de 12 pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O bate-papo teve duração ao vivo, sem roteiro prévio, sob mediação da psiquiatra Daniela Bordini. A ideia foi promover espontaneidade e facilitar a comunicação entre entrevistados e apresentadoras.
A dinâmica exigiu adaptação aos estímulos do ambiente. Bordini pediu aplausos em libras e pediu silêncio para não prejudicar a audição sensível dos participantes. Em entrevista, Maju Coutinho relembrou momentos de bastidores, destacando a experiência de atuar com equipamentos de cenário que exigem coordenação rápida.
Entre as curiosidades, Maju relatou uma cena de ação simulada de Missão Impossível com Poliana Abritta, em que as duas precisavam falar ao mesmo tempo enquanto corriam em esteiras. Uma apresentação com temática lunar, em homenagem à Missão Artemis, acabou não saindo como planejado, segundo a apresentadora.
Poliana Abritta enfatizou que as novas tecnologias facilitam ampliar o alcance do noticiário. Ela destacou a importância de levar informação confiável ao público por meio de TV aberta, streaming e redes sociais, sem perder o foco na pauta jornalística.
Bruno Bernardes, diretor do Fantástico, explicou que a direção não sabe quais inovações serão permanentes. O objetivo é experimentar e aprender com cada projeto, mantendo o compromisso com a informação até onde puder, inclusive no quadro Pode Perguntar?.
Renata Ceribelli dialogou com uma estudante sobre mudanças no jornalismo, ressaltando a evolução da velocidade da informação. A apresentadora lembrou a passagem da máquina de escrever ao ChatGPT, destacando a transformação tecnológica ao longo da carreira.
Ceribelli também comentou a experiência com o quadro Medida Certa, afirmando que a abordagem do tema saúde foi revista para manter a correção informativa. Disse que, se ainda estivesse no ar, o tema sobre emagrecimento seria tratado com responsabilidade e dados.
Sônia Bridi respondeu, em tom de curiosidade, quantos países já visitou. Ela citou ter visitado cerca de 85 países, incluindo a Antártida, destacando o ar puro e a paisagem como resultados de viagens que moldaram sua visão jornalística.
O São Paulo Innovation Week, maior festival global de tecnologia e inovação, segue até sexta-feira, 15. O evento reúne mais de 2 mil palestrantes nacionais e internacionais, com temas que vão de ciência e saúde a sustentabilidade, finanças e mobilidade.
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