- O Instituto Vida Positiva, criado por Vicky Tavares, busca uma nova sede após vender a antiga casa na 711 Sul, onde recebe mais de 27 crianças e adolescentes com HIV.
- A localização é importante por ficar próximo ao Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) e por oferecer apoio, como cerca de 200 almoços mensais aos pacientes atendidos.
- A busca por um novo espaço esbarra em preconceito na vizinhança e em dificuldades de locação para locais com a presença de pessoas vivendo com HIV.
- O instituto foi criado há cerca de vinte anos para combater o preconceito e garantir acolhimento a jovens com HIV, continuidade de uma luta iniciada após a perda de um amigo.
- Atualmente, o Vida Positiva emprega doze pessoas e mantém o funcionamento por meio de um brechó, doações e da fábrica de farofa Vovó Gourmet.
O Instituto Vida Positiva, criado por Vicky Tavares há cerca de 20 anos, busca uma nova sede em Brasília. A entidade atende crianças e adolescentes vivendo com HIV e enfrenta o desafio após a venda da antiga casa, que ficou na 711 Sul por 16 anos. A mudança é necessária para manter o acolhimento.
A organização fica hoje com mais de 27 beneficiários e depende de uma sede que possa oferecer um ambiente familiar. A proximidade com o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) é considerada fundamental para o tratamento e o suporte aos pacientes.
A busca por um novo espaço envolve fatores logísticos e de aceitação comunitária. Moradores e proprietários costumam recusar imóveis quando existe menção ao HIV no estatuto, o que dificulta a locação, segundo relatos da presidente do instituto.
Desafios de moradia e continuidade do atendimento
Além de garantir moradia, o Vida Positiva mantém o suporte alimentar de cerca de 200 almoços mensais para pacientes da unidade. O funcionamento depende de doações, de um brechó na sede e da fábrica de farofa Vovó Gourmet, que financiam as atividades.
Vicky Tavares é reconhecida pela dedicação à causa. A fundadora também descreve a instituição como uma grande família que acolhe crianças, adolescentes e, de forma afetiva, familiares que circulam pelo espaço. O legado envolve cuidado contínuo e proteção social.
A entidade emprega 12 pessoas entre cozinheiros, cuidadores e demais profissionais. O objetivo é manter o atendimento e ampliar as atividades, mesmo diante da necessidade de realocar a sede para uma residência que assegure a estabilidade dos assistidos.
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