- A ressaca no Rio de Janeiro deixou ondas de até três metros, com impacto em áreas costeiras e paredões de rocha.
- Em Macaé, litoral norte, as ondas chegaram a três metros e alteraram a paisagem das praias; o alerta foi suspenso na tarde de hoje.
- A Marinha recomenda evitar banho de mar e esportes nas áreas atingidas, mesmo com a suspensão do aviso.
- Regiões afetadas viram ruas e casas invadidas pela água; a Defesa Civil registra cerca de 350 processos para compra de imóveis e aluguéis de emergência.
- Na cidade, ciclovia Tim Maia ficou fechada; o píer do Leblon sofreu danos, com retirada de areia e areia tomando parte das vias.
A ressaca atingiu o Rio de Janeiro com ondas de até três metros no litoral fluminense, impactando a capital e o litoral norte. O fenômeno deslocou a água de forma irregular, causando transtornos e assustando moradores da região. A Marinha do Brasil emitiu alerta de ressaca para orientar banhistas e atividades náuticas, com indicação de monitoramento constante.
Em Macaé, no litoral norte, as ondas alcançaram até 3 m, alterando a paisagem das praias. O alerta, lançado na segunda-feira, foi suspenso na tarde de hoje. Mesmo assim, a orientação é evitar banho de mar e a prática de esportes nas áreas atingidas.
A ressaca também atingiu áreas urbanas: ruas foram invadidas pela maré, casas tiveram impactos, e moradores improvisaram uma comporta para conter o avanço de água. A Defesa Civil informa que cerca de 350 processos estão abertos para compras emergenciais de imóveis e aluguel.
Principais pontos e impactos
A ciclovia Tim Maia foi fechada, e o píer do mirante do Leblon ficou interditado após a passagem das ondas, com buracos abertos em pontos da estrutura. Pistas da Avenida Delfim Moreira ficaram cobertas pela areia, com remoção de aproximadamente 40 toneladas da via.
O mar permanece agitado em Itaipuaçu, em Maricá, e há registro de ondas fortes na Praia do Pontal do Atalaia e na Praia Grande, em Arraial do Cabo. Em moradores da região, pescadores enfrentaram riscos ao atuarem nos costões rochosos, desrespeitando recomendações de segurança.
As autoridades reiteram que o monitoramento permanece ativo e recomendam cautela para quem estiver na orla, praias e áreas ribeirinhas. Não houve registro imediato de feridos graves ou desabamentos, conforme atualização mais recente das operações de defesa civil.
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