- A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou requerimento para acompanhar as investigações sobre a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, presa por agredir e torturar a empregada Samara Regina, grávida de seis meses, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA).
- O documento, de autoria da senadora Eliziane Gama, pede diálogo com as autoridades, verificação de assistência à vítima e fortalecimento da fiscalização institucional do Senado para combater violência contra mulheres trabalhadoras vulneráveis.
- Samara afirmou, em entrevista, que o anel furtado foi encontrado no cesto de roupa suja, no banheiro do quarto de Carolina. Alega ter sido agredida após a acusação de furto.
- As agressões ocorreram em vinte e sete de abril (referência ao período descrito: no dia em que o caso foi registrado), duraram cerca de uma hora e envolveram o policial militar Michael Bruno, que teria ajudado na punição.
- O caso ganhou repercussão nacional e mantém o debate sobre proteção a vítimas em situação de vulnerabilidade, com atenção às medidas de apoio e fiscalização.
A Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal aprovou hoje um requerimento para acompanhar as investigações sobre o caso da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos. Ela é suspeita de agredir e torturar Samara Regina, empregada doméstica grávida de seis meses. O episódio ocorreu em Paço do Lumiar (MA).
Samara relatou, em áudio enviado a um grupo de WhatsApp, que foi acusada de furtar um anel e que a patroa, com a ajuda de um policial militar, a torturou. O relato cita agressões por cerca de uma hora, além de pressão para encontrar o objeto.
O requerimento é de autoria da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). A ideia é dialogar com as autoridades, verificar a assistência à vítima e fortalecer a fiscalização do Senado para combater violência contra mulheres em situação de vulnerabilidade.
Detalhes do caso
Samara, contratada há 15 dias, afirma que a agressão ocorreu no dia 17 de abril, quando Carolina recebeu a visita de um amigo policial. Segundo o relato, o policial questionou o suposto furto e pressionou a funcionária a localizar o anel pela casa.
Durante as agressões, Samara diz ter sido arrastada pelos cabelos e ter tido uma arma de fogo colocada na boca. A vítima afirma ainda que a violência só cessou quando a patroa se sentiu satisfeita e a expulsou do imóvel.
O objeto foi encontrado, segundo Samara, dentro de um cesto de roupa suja, no banheiro do quarto da empresária. O caso ganhou ampla divulgação e motivou o acompanhamento do Senado na apuração das responsabilidades.
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