Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Poeta Sasha Debevec-McKenney vence prêmio Dylan Thomas pela estreia em poesia

Poeta norte-americana Sasha Debevec-McKenney vence o Dylan Thomas prize com estreia sobre raça, dependência e feminilidade, recebendo £20,000 em Swansea

Sasha Debevec-McKenney.
0:00
Carregando...
0:00
  • Sasha Debevec-McKenney venceu o Dylan Thomas Prize, de £20 mil, destinado a escritores com 39 anos ou menos, publicado pela Swansea University.
  • O prêmio foi anunciado em uma cerimônia em Swansea, cidade natal de Dylan Thomas.
  • A coletânea de estreia, Joy Is My Middle Name, aborda raça, dependência e feminilidade, e é lançada pela editora Fitzcarraldo por £12,99.
  • A vencedora é poetisa norte‑americana, nascida no Connecticut e atualmente residente na Geórgia, onde é bolsista de escrita criativa na Emory University; já teve poemas publicados em The New Yorker, New York Review of Books e Yale Review.
  • O júri, presidido por Irenosen Okojie, descreveu o livro como “exuberante e contundente”, elogiando a voz autêntica e o impacto da obra nos tempos atuais.

Swansea conferiu o Dylan Thomas Prize 2025, prêmio de 20 mil libras destinado a autores de até 39 anos, a uma coletânea de estreia da poeta estadunidense Sasha Debevec-McKenney. O reconhecimento aconteceu durante uma cerimônia realizada na cidade de Swansea, berço de Dylan Thomas.

A obra vencedora, Joy Is My Middle Name, aborda temas como raça, dependência e feminilidade, além de questões contemporâneas de consumo. O júri, reunido de forma unânime, destacou a energia da coletânea e a voz autêntica da autora, que se mostra capaz de envolver o leitor desde o início.

Nascida em Connecticut, Debevec-McKenney reside atualmente na Geórgia, onde atua como bolsista de escrita criativa na Emory University. Seus poemas já foram publicados em importantes veículos literários, incluindo o New Yorker, o New York Review of Books e o Yale Review.

Joy Is My Middle Name integra o catálogo da editora independente Fitzcarraldo, que publicou a obra pela primeira vez. A coletânea retrata a vida de jovens adultos nas suas décadas de 20 e 30, mesclando crítica social e referências a experiências pessoais da autora.

O júri contou com a participação de Irenosen Okojie, presidente, além de artistas como Joe Dunthorne, Nidhi Zak/Aria Eipe, Prajwal Parajuly e Eley Williams. Armam o painel de avaliadores, também, nomes que ajudam a confirmar o peso do prêmio na cena poética contemporânea.

Entre os títulos finalistas, estavam To Rest Our Minds and Bodies, de Harriet Armstrong; We Pretty Pieces of Flesh, de Colwill Brown; Under the Blue, de Suzannah V Evans; Open, Heaven, de Seán Hewitt; e Borderline Fiction, de Derek Owusu. A relação completa reforça o foco do Dylan Thomas Prize em vozes emergentes e amplas abordagens temáticas.

A premiação de Debevec-McKenney sucede a edição anterior, vencida pela escritora Yasmin Zaher, com a obra The Coin. O histórico de vencedores do Dylan Thomas Prize inclui nomes como Caleb Azumah Nelson e Raven Leilani, entre outros.

Joy Is My Middle Name está disponível em edição publicada pela Fitzcarraldo, ao preço de 12,99 libras. A editora mantém a divulgação da obra como parte de sua linha de publicação contemporânea e descolada.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais