- Quadrilhas especializadas em golpes se espalham por grandes shows no país, com mais de quarenta mil pessoas.
- Os criminosos aproveitam a distração da vítima para trocar o cartão do banco durante o pagamento, disfarçados de vendedores.
- Em São Paulo, um homem relatou que teve o cartão trocado enquanto comprava refrigerante no parque de diversões de um show.
- O golpe ocorre quando a vítima entrega o cartão, o ladrão observa a senha e troca o cartão por um falso, para depois fazer compras e saques.
- Na semana passada, dois homens foram presos na saída de um show em São Paulo com cento e trinta e cinco cartões escondidos em caixas térmicas; eles confessaram o crime e tinham antecedentes.
Quadrilhas especializadas em golpes se espalham pelo país em grandes shows com público superior a 40 mil pessoas. O objetivo é aproveitar a distração das vítimas para trocar os cartões do banco. O crime acontece durante o pagamento, quando o criminoso observa a senha e substitui o cartão por um falso.
Em São Paulo, um caso foi contado por uma das vítimas. Danilo Balarini informou que, ao comprar um refrigerante, percebeu apenas depois que o cartão já havia sido trocado, após ser abordado por alguém próximo a ele. A distração facilitou a troca do cartão pela cópia falsa.
Os golpes costumam ocorrer na saída de eventos com grande movimentação. Ao entregar o cartão, a vítima pode ter a senha observada e, com o cartão trocado, constata as compras e saques já realizados. Em outra ocorrência recente, dois homens foram presos com 135 cartões escondidos em caixas térmicas.
A dupla confessou o crime e já possuía antecedentes. O caso aconteceu na saída de um show em São Paulo, segundo as autoridades. As informações indicam que as quadrilhas atuam de forma organizada, explorando momentos de maior fluxo de pessoas.
Organizações de segurança reforçam que golpes desse tipo dependem da distração e da rapidez na troca de cartões. Também alertam para checar a concordância entre o cartão e o recibo, além de conferir extratos com regularidade e acionar o banco diante de qualquer movimentação suspeita.
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